O processo que envolve o Louro José, que corria em segunda instância, teve sua anulação requerida pelo desembargador Carlos Ferreira Alves. A pendenga judical rola desde 2004, quando os artistas Antonio Marcos Costa de Lima e Renato Aparecido Gomes resolveram reivindicar a autoria do boneco, registrado em nome de Ana Maria Braga e Carlos Madrulha, seu empresário.

Em 2005, Lima e Gomes venceram a ação em primeira instância. A defesa apelou ao Tribunal de Justiça, onde a ação permaneceu por seis anos, até ser anulada por falta de provas. Por lei, o direito de imagem é de quem desenha, e não de quem concebe.

Fiel escudeiro de Ana Maria Braga desde 1997, Louro José começou a trabalhar com a loira ainda no “Note e Anote”, da Record. Em 1999, após divergências da apresentadora com o canal de Edir Macedo, mudou-se de mala e cuia, junto com a mesma, para a Globo, onde permanece até hoje.

Caso perca a ação, Ana Maria Braga e Carlos Madrulha terão que pagar uma multa retroativa pelos 14 anos em que o papagaio esteve na TV. Vale destacar que Record, Globo e Tom Veiga, responsável por dá movimento ao Louro José, não são partes no processo.

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