Setor de plantação de notas falsas cresceu mais que a economia no primeiro trimestre
Setor de plantação de notas falsas cresceu mais que a economia no primeiro trimestre

Qualquer jornalista que se preze, por mais experiente que seja, uma vez ou outra tende a embarcar numa furada. Não é fim de linha, pelo contrário. Caleja. Cria anticorpos.

Nos últimos dias, a plantação de notas falsas favorecendo uns e abatendo outros tomou conta do noticiário televisivo. É fulano que vai ser demitido. Ciclano que pode perder o programa. Ou até mesmo Beltrano que tem prazer em ver o circo pegar fogo.

Com muito esmero, esta coluna vem aferindo o epicentro dos boatos e traçando a rota de distribuição de notícias maldosas. O alvo envolve um profissional, inquieto e destemido, que volta a repetir a tática de plantar coisas irreais para prejudicar quem o “ameaça”.

Por pura falta de autoconfiança e estabilidade emocional, o autor do bombardeio colocou seu nome como favorito em uma dúzia de produções, nas mais diferentes emissoras. Tapete puxado daqui, repetição de movimento dali, a coisa tomou contornos cinematográficos.

Enquanto não houver uma sinalização contrária dos superiores para o atirador de elite, a operação será repetida até o objetivo maior ser alcançado. Sim, ele quer o topo. É ruim para o trabalho coletivo. Atrapalha o desenvolvimento do grupo. Joga contra. É feio.

Estamos de olho…

 

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