Dalton Vigh com Mel Maia em seu último trabalho na Globo, “Liberdade, Liberdade”

A Globo passa por uma reestruturação, fato. Sem alarde, a emissora vem dispensando contratados, ao término dos compromissos, e enxugando seu banco de elenco. Dalton Vigh é o exemplo mais recente desta nova política. Ausente do vídeo desde “Liberdade, Liberdade”, exibida às onze no ano passado, o ator agora se dedica ao teatro e uma série na TV paga.

Dalton, de 52 anos, estreou na TV em “Tocaia Grande”, na Manchete, onde também fez “Xica da Silva”. Em 1998, foi convidado para protagonizar “Pérola Negra”, ao lado de Patrícia de Sabrit, no SBT. Repetiu o par romântico com a atriz em “Vidas Cruzadas”, na Record. Em 2001, estourou em todo o país como Said, de “O Clone”. Desde então, oscilou entre papéis expressivos, como Marconi Ferraço de “Duas Caras”, com outros aquém de seu talento, como o Carlos de “Salve Jorge”.

Agora, o ator irá se dedicar ao teatro, com “Uma Peça por Outra”, de Jean Tardieu, em comemoração aos 30 anos do Grupo Tapa. Ele também fará uma participação na série “O Negócio”, da HBO, que entra em sua última temporada.

Assim como Dalton, André Gonçalves, Danielle Winits e Maitê Proença também deixaram a Globo. Como a Record “pisou no freio” no quesito teledramaturgia, a emissora sentiu-se à vontade para deixar bons nomes à solta, sem temer as investidas da concorrência.

Movimento contrário ao que ocorreu em meados da última década, quando inflou seu banco de elenco justamente para evitar uma debandada para a Record – medalhões até então contratados por obra, como Fernanda Montenegro e Marília Pêra, foram contemplados com vínculos de prazo longo.

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