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Gracindo Jr ganha processo contra a Record; André di Biase perde ação

Da Redação 11:30 :: 14/07/2017
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André di Biase foi dispensado pela Record em 2015, após a novela “Vitória”.
André di Biase foi dispensado pela Record em 2015, após a novela “Vitória”

Dispensados pela Record no primeiro semestre de 2015, André di Biase e Gracindo Jr foram à Justiça contra a antiga casa. Agora, encontram-se em situações opostas: o primeiro perdeu o pleito e terá de arcar com as custas do mesmo; o segundo venceu a ação e deverá receber uma indenização “provisória”, até que a “oficial” seja definida – após o fim da tramitação do processo. Em ambos os casos, relacionados a direitos trabalhistas, cabe recurso.

Segundo Patrícia Kogut, André reivindicava R$ 200 mil em horas extras e o reconhecimento do vínculo empregatício – tanto ele quanto Gracindo foram contratados como pessoas jurídicas, o que implica no não-pagamento de benefícios como férias e 13º salário. Caberá a Biase arcar com as custas do processo, orçada em R$ 4.000.

Gracindo, por sua vez, acusava a emissora de obrigá-lo a trabalhar cerca de 11 horas por dia, sem direito a intervalos – nem mesmo para o almoço. O contrato contava ainda com “cláusulas abusivas” como multa de um dia de trabalho em caso de descumprimento e obrigação de aceitar convites para participar de programas da casa.

Nesta ação, a Record foi condenada a pagar todos os direitos trabalhistas de um funcionário com registro em carteira (até mesmo o FGTS que não fora recolhido ao longo do tempo de vigência do contrato). A emissora apresentou recurso e reduziu o cumprimento da sentença aos cincos anos anteriores ao início do processo da Justiça. Em sua defesa, alega que o ator era contratado como prestador de serviços.

O canal já enfrentou outros processos do tipo: Cecil Thiré e Íris Bruzzi saíram vitoriosos como Gracindo Jr; Ítala Nandi, Leonardo Brício e Paloma Duarte perduram como André de Biase – as demandas, contudo, ainda tramitam na Justiça. Todos eles foram recrutados para o banco de elenco da Record em meados da década passada, em tempos de investimentos em teledramaturgia e do slogan “a caminho da liderança” (que nunca veio).


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