Guilherme de Pádua, que matou Daniella Perez em 1992, falou sobre eleições em vídeo no Facebook (Imagem: Reprodução / Facebook)

Assassino confesso de Daniella Perez, Guilherme de Pádua voltou a gerar assunto neste domingo (14) ao, aparentemente, sair em defesa de Jair Bolsonaro, candidato do PSL à presidência da República. O nome do ator chegou aos TrendingTopics rapidamente, suscitando comentários tanto de opositores, quanto de apoiadores, de Bolsonaro.

Gente, eu tô impressionado. Eu vi pessoas formadas, até com mestrado, sabe, pessoas assim que poderiam ter doutorado, acreditando que o Bolsonaro vai perseguir os negros e os gays como Hitler perseguiu os judeus. É impressionante como os radicais conseguem colocar loucuras na cabeça das pessoas”, diz Guilherme no vídeo que corre as redes sociais.

Mas olha, é importante lembrar: quem está decidindo as eleições não são os radicais, nem de direita, nem de esquerda. São os moderados, aqueles que querem um Brasil melhor, que querem um Brasil pacificado. Então, seja quem ganhar… Parece que a chance é maior do Bolsonaro. Ele vai ter que governar para os brasileiros. Ou daqui quatro anos, ou antes disso, o povo escolhe outro”, conclui ele.

Foi então que eleitores de Bolsonaro e de Fernando Haddad (PT) começaram o debate: “Se fosse por @jairbolsonaro, Guilherme de Pádua nem livre estaria! Canalhada da esquerda, vocês protegem essa corja, e eles não retribuem o favor!”, disse um.

Petista de carteirinha, José de Abreu foi mais longe e colocou Guilherme ao lado de Regina Duarte, também defensora de Bolsonaro: “Atores a favor do nazista; Guilherme de Pádua, matador da filha de Gloria Perez. Regina Duarte, que apoia Temer e o fim do Ministério da Cultura; Alexandre Frota, que amanhã será preso por não pagamento de pensão alimentícia… Mais algum?”.

Ficha criminal

Guilherme de Pádua e sua então esposa, Paula Thomaz, foram condenados por homicídio qualificado, com motivo torpe, a 19 anos e 6 meses de cadeia. Os dois emboscaram Daniella Perez, filha da autora Gloria Perez – responsável pela novela em que vítima e assassino atuavam, “De Corpo e Alma” (1992). A atriz foi morta com 19 punhaladas no pescoço, no coração e nos pulmões; depois, atirada em um matagal. Ele, que permaneceu apenas seis anos na prisão, hoje é pastor evangélico.

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