Isabelle Drummond vira empresária e trabalha com causas sociais

Isabelle Drummond aproveita visibilidade para causas sociais (Imagem: Divulgação)

A Emília do “Sítio do Picapau Amarelo” (2001) cresceu e hoje, aos 24 anos, Isabelle Drummond se entrega ao ramo empresarial e às causas sociais. Há um ano, a artista abriu uma empresa de alimentação sustentável que está fazendo muito sucesso no Rio de Janeiro.

Para além do retorno financeiro, a agora empresária, que tem como sócia Mariana Fernandes, está feliz de poder realizar outros sonhos com os recursos da empresa, que é criar projetos que ajudam áreas carentes e, assim, nasceu uma ONG.

Antes de ser artista ou empresária, a gente tem que, como pessoa, estar envolvido em ajudar o próximo. Isso é que vai mover o mundo. O que importa realmente são as pessoas, não as coisas. Eu acho que o artista e o influenciador têm um papel muito importante nisso. Quando ele faz, muitas pessoas podem ver e fazer também. É um lugar de ser exemplo para que outros venham e façam”, contou Drummond em entrevista ao jornal Extra.

“Foi um ano de desafio, aprendizado, amadurecimento e muitos riscos, mas muito gratificante. Me sinto realizada. Essa é a minha escola na área de gestão. Assim como foi a minha história na televisão, minha escola na área administrativa tem sido a do dia a dia”, completou.

A atriz, que tem projetos em Recife e no Rio de Janeiro, contou: “Sempre tive um coração para isso, sempre ajudei e fiz partes de projetos sociais, só que eu nunca divulguei. Acho que a gente só divulga quando é necessário, quando for ajudar. Por isso, a gente tem falado um pouco mais sobre isso porque entendo que precisamos unir as pessoas”.

Com tantos projetos não é estranho pensar que talvez Isabelle não vá retornar à telinha, mas se engana quem acha isso. Os preparativos para “Verão 90”, substituta de “O Tempo Não Para” na Globo, já iniciaram e nela, a atriz fará sua sétima protagonista.

“Acredito que foi superimportante o trajeto que eu tive como atriz, porque isso me trouxe uma conexão muito forte com a nação. Gosto disso, de ter esse relacionamento com as pessoas e saber como elas veem os nossos trabalhos. A arte é uma troca, e você conta uma história, leva emoção para as pessoas, e é muito legal o retorno que você tem disso. Essa minha trajetória artística me satisfez muito. Tudo foi no tempo certo”, disse.