Luana Piovani diz o que pensa sobre a Globo: “É uma relação maluca de amor e ódio”

Luana Piovani diz o que pensa sobre a Globo: "É uma relação maluca de amor e ódio"
Luana Piovani desabafou sobre as críticas que sofreu sobre ser considerada prepotente

Luana Piovani falou sobre a relação conturbada de “amor e ódio” que mantém com a Globo. Em entrevista ao canal “Na Lata” (YouTube), de Antonia Fontenelle, a atriz abordou diversos assuntos. Ela se surpreende por ainda ser chamada para trabalhos na emissora carioca.

“Sempre me coloquei, é por isso que lá dentro virei um nome não sei se maldito… Mas ao mesmo tempo é curioso porque eles sempre me convidam para fazer coisas. Pra mim as coisas são simples e claras. Existem direitos que me são dados e a culpa não é minha”, afirmou a loira.

“Houve um sindicato que já disse coisas como tempo de descanso, que te mostram que você vai ter um dia justo e honesto de trabalho. Não sei porque as pessoas se surpreendem quando acaba uma diária e eu agradeço o dia de trabalho, pego minha bolsa e vou embora. Ou se uma gravação que era pra acabar às 21h, termina às 23h e quando falam que o carro vai me pegar no outro dia às 5h da manhã eu digo que pela lei ele tem que me pegar às 10h”.

Luana negou a fama de prepotente e disse que apenas exige que seus direitos sejam cumpridos. “Isso faz com que as pessoas me interpretem como prepotente. Não sou prepotente. Sou potente. Conheço meus deveres e cumpro com eles. Chego no horário, sei meu texto. Agrego artisticamente, sei o tipo de artista que eu sou e isso me dá segurança. Acho que até por isso que sou chamada. Pode haver uma retaliação, mas me imponho. É uma relação maluca de amor e ódio”, completou.

Ainda no papo, ela defendeu a legalização da maconha no Brasil e chamou o senador Aécio Neves de “grande filho da puta”. A artista também afirmou que sofreu com as críticas após ter traído Rodrigo Santoro no início dos anos 2000.

“Sempre tive minha estima muito oganizada e sempre fiz análise. Fui Geni do Brasil por três anos. Taca pedra na Geni ‘Ela dá pra qualquer um, maldita Geni’. Eu traí e rompi. Tinha 22 anos, era a bola da vez, tava ganhando Rios de dinheiro, tava tudo bem. Me doía a dor que tinha causado mas eu sabia me perdoar, demorei a tirar a cruz das minhas costas, mas entendi”.

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Henrique Brinco é baiano, formado em Comunicação Social pela Unijorge, de Salvador. Atua no jornalismo desde 2008, passando pelas editorias de política, cidades, cultura e entretenimento em diversos portais de notícias, locais e nacionais. Foi por cerca de dois anos editor-chefe do site Varela Notícias, de Raimundo Varela, apresentador da Record Itapoan. Já foi colunista do RD1 anteriormente, por seis anos. Atualmente é repórter de política do jornal Tribuna da Bahia e do site BNews.

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