Maitê Proença dispara sobre dublê de corpo: “Bumbum em busca de 5 minutos de fama”

Maite Proença
Maitê Proença comentou sobre optar por utilizar uma dublê de corpo em cenas de “Liberdade, Liberdade”

Maitê Proença voltou a comentar em entrevista para o jornal “Folha de S. Paulo” sobre a polêmica em torno das cenas de nudez e sexo que fez para a novela “Liberdade, Liberdade”. Para a gravação das sequências, a atriz optou por usar uma dublê de corpo, já que, segundo ela, filmaria outras cenas que necessitavam de caracterização e a bailarina Juliana Scalco foi convocada para substituí-la como forma de otimizar o tempo.

Após a repercussão das imagens ao serem levadas ao ar, Scalco revelou nas redes sociais detalhes dos bastidores. Proença, no entanto, garantiu que a escolha não foi por causa de questões estéticas e aproveitou para alfinetar a colega de trabalho. “Meu corpo está muito satisfeito. E aquilo não foi nada, só um bumbum em busca de cinco minutos de fama”, disparou.

Aos 58 anos, a famosa ainda opinou em relação a precariedade de papéis importantes para atrizes acima dos 50 anos. “Há mais papéis para moças de 30 porque há uma histeria no mundo que deseja perpetuar a juventude.  As pessoas podiam relaxar já que logo logo todos viveremos muito mais do que cem anos. Eu, por exemplo, sou jovenzíssima (sic) (risos). E sou bem melhor atriz hoje do que era aos trinta, bobo de quem não perceber”, analisou.

Apesar de se passar na época do Brasil Colônia, a trama das 23h retrata uma realidade ainda muito comum na atualidade. Para Maitê, a situação política deste momento é uma herança do período em que o país era governado por Portugal. “O Brasil teve uma colonização extrativista. Homens extraíam o que queriam e mandavam para Portugal. Então vem de longe no país a ideia de chegar ao poder para extrair benefício próprio. A ideia de representar quem a colocou ali não está na formação da nossa classe política. “Liberdade” mostra o princípio do desmando que hoje nos escandaliza. Precisamos começar do zero e reinventar o que aí está”, afirmou.

Dionísia, sua personagem no folhetim, sofre com a violência doméstica ao apanhar do marido. Proença acredita que a abordagem na história ajudará como um alerta dos direitos femininos. “O problema da mulher no mundo é seríssimo. Elas ainda sofrem com prostituição, casamentos prematuros, trabalho forçado, não têm controle sobre seus corpos, não recebem educação, são estupradas, espancadas e às vezes mortas com impunidade. Não só no Oriente Médio ou na África, isso se dá aqui, ao lado de nossas casas”, finalizou.

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