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Marisa Orth falou sobre teatro, “Haja Coração” e da Magda de “Sai de Baixo”

Protagonista do musical “Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos”, Marisa Orth declarou em entrevista ao jornal “O Dia” que se identifica com todas as personagens da peça, até mesmo com as submissas.

“Independente, não! Eu sou assumida, é diferente. Eu sou uma mulher casada, tenho um filho homem, tenho dois irmãos homens, meu pai, o filho do meu marido é homem, eu tenho uma banda composta por seis homens”, afirmou

A presença masculina constante na vida atriz é descrita como uma sina. “Acho que é uma missão de vida, um carma. Eu sou dependente de homens! Sou assumida! A minha vida sempre vai passar por uma vida de um homem, seja do meu filho, do meu pai, do meu marido…”, justificou.

Orth ainda confessou se incomodar com a imagem ligada à Magda de “Sai de Baixo”. “Eu amo a Magda, óbvio, porque mudou a minha vida completamente. É uma personagem que mesmo quando eu morrer vai continuar. Mas é mentira se eu disser que gosto que as pessoas na rua me perguntem se não vou voltar a fazer a Magda. Fico preocupada com a projeção do que eu faço hoje”, revelou.

Intérprete de Francesca em “Haja Coração” – o papel foi de Lolita Rodrigues em “Sassaricando” (1987) -, Marisa comentou a responsabilidade de fazer uma personagem tão marcante. “Vai ser um desafio porque ela tem comédia para caramba, mas tem suspense também. Ela é mãe, tem quatro filhos, sustentou os quatro sozinha… Foi abandonada, o marido desapareceu, guerreira e tem uma filha que renega ser pobre”.

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