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Cantor relembrou relação com Cazuza

Ney Matogrosso, que volta ao cinema com o filme “Ralé” neste mês, falou em entrevista à revista “29HORAS”, na edição de fevereiro, sobre a carreira e detalhou o uso de drogas quando era mais jovem.

Tomei os ácidos que eu quis, cheirei, fumei, fiz tudo o que quis fazer. E achava que eu tinha esse direito de fazer da minha vida o que bem entendesse. Era maior de idade, dono do meu nariz, vacinado, pagava meus impostos e não era o Estado que tinha que se meter na minha vida”, disse.

Sobre a relação com Cazuza, Ney revelou que o cantor era diferente do que exibia publicamente.

“Ele tinha 17, e eu, 39. Ele era na intimidade o extremo oposto da imagem pública, daquela coisa agressiva e louca. Era a pessoa mais encantadora, perturbadora e apaixonante que eu conheci naquela época”, falou.

Ele contou como se conheceram e pontuou que tiveram uma grande amizade: “A história da gente começou com um beijo. Ele foi na minha casa com uma amiga e a certa altura a gente foi fumar um baseado, tomamos um Mandrix, e lá pelas tantas ele me perguntou se eu daria um beijo nele. E dei – não significava nada dar um beijo naquela época. Só que quando a gente deu esse beijo o mundo se apagou ao redor, ficamos nós dois dentro daquilo. E não nos largamos mais”.

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