Monah Delacy, Carlos Zara e Elizabeth Savalla em cena de “Pai Herói”

Folhetim de Janete Clair exibido originalmente em 1979, “Pai Herói” tem feito a alegria dos noveleiros desde a sua estreia no Viva, no último dia 17. No ar em novo horário, 23h30 – quinze minutos mais cedo que sua antecessora, “Laços de Família” –, a trama se posicionou na liderança de audiência da TV paga.

Os seis primeiros capítulos da saga de André Cajarana (Tony Ramos) foi líder entre o público adulto (25+) e feminino adulto (25+).  Nas redes sociais, “Pai Herói” conquistou comentários elogiosos, relativos à estrutura do capítulo de Janete Clair e a excelência de seu texto.

Janete, falecida em 1983, apresentou praticamente todos os personagens da trama a partir de um único evento, o casamento de Carina (Elizabeth Savala) e César (Carlos Zara). Enquanto a cerimônia se desenrolava, os presentes na igreja recordavam passagens importantes de suas trajetórias. Este recurso, a “volta no tempo”, foi utilizado no primeiro capítulo de novelas recentes, como “Cheias de Charme” e “Salve Jorge”.

Nos episódios seguintes, vários acontecimentos se sucederam vertiginosamente, num ritmo que se assemelha muito ao das novelas atuais – diferentemente, por exemplo, de “Dancin’ Days” e “Água Viva”, já exibidas pelo canal da Globosat, em que as histórias se desenrolavam vagarosamente.

“Pai Herói” nunca havia sido reprisada na íntegra até sua reestreia no Viva – apenas em um compacto de uma hora e meia, menos de um ano após seu término, numa faixa de programação que celebrava então os 15 anos de TV Globo. Trata-se da segunda trama mais antiga exibida pelo canal, atrás apenas de “Dancin’ Days”, de 1978 (que, por sua vez, foi vista pelos brasileiros pela última vez numa reprise compacta, em 1982).

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