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Luan Santana ao lado de Marcos Mion, em uma de suas participações no “Legendários”

Desde que Luan Santana anunciou, em setembro, que não participaria mais dos programas da Record, a emissora tem feito diversas tentativas mal sucedidas de reaproximação com o cantor. Uma delas, inclusive, aconteceu enquanto ele e o pai pescavam no Pantanal. Pouco mais de dois meses se passaram e agora o artista parece disposto a reconsiderar sua decisão.

Mas, para que essa trégua de fato aconteça, Luan impôs duas condições, reveladas à revista “Veja” por seu pai e empresário, Amarildo Santana. A primeira delas é que a jornalista Fabíola Reipert – a grande responsável por despertar sua ira – faça uma retratação pública em qualquer veículo oficial da Record, ou seja, no portal “R7” ou em um dos programas de televisão.

À publicação, o cantor expôs os motivos que o levaram a tomar uma atitude tão extrema. “Não foi a primeira vez que ela fez isso, nós já a tínhamos avisado em outras situações. Eu não queria ter chegado a esse ponto, todos os apresentadores da Record são meus amigos, mas não teve jeito”, justificou.

Ele também apontou àquele que espera ser o legado dessa represália: a reiteração da importância do respeito ao próximo. “Sou totalmente contra mentira, é a pior coisa quando falamos algo que se perpetua, de uma forma que parece real para quem lê. Eu sou um cara muito sincero, muito verdadeiro, talvez por isso que tenha pegado tanto para mim”, acrescentou.

Ainda que a Record atenda ao pedido, a equipe de Luan Santana quer evitar que incidentes como este se repitam. A natureza da segunda exigência – que todos ao redor do astro classificam como “básica” – é, portanto, preventiva: daqui para a frente, antes de publicar qualquer notícia sobre o cantor, os profissionais do Grupo Record devem, obrigatoriamente, checar a veracidade das informações com a assessoria.

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