Renata Vasconcellos e Patrícia Poeta
Renata Vasconcellos e Patrícia Poeta

A notícia sobre a saída de Patrícia Poeta do “Jornal Nacional”, após menos de três anos de bancada, ainda repercute de forma expressiva, principalmente dentro da Globo.

Há uma infinidade de teorias, mas algo é unânime: o prazo pré-estabelecido de três anos não convence nem mesmo aos mais distraídos. Algo pegou nos bastidores.

Sabe-se, por ora, que Poeta comandará um programa vespertino em 2015. Não há qualquer projeto em desenvolvimento, o que sustenta as teorias da conspiração. Tudo é muito embrionário ainda.

Tanto que se fala e aponta para um formato muito parecido com o do “Encontro com Fátima Bernardes”. Algo pouco provável, praticamente impossível de acontecer. Patrícia foi agraciada com uma atração após não dar conta do recado, dizem as más línguas.

Pelo sim, pelo não, um novo programa vespertino pode ajudar a emissora a solucionar um problema na faixa. A “Sessão da Tarde” não funciona há um tempão. Um sanduíche com “Jornal Hoje”, “Vídeo Show”, Patrícia Poeta e “Vale a Pena Ver de Novo” talvez funcione na sisuda grade da Globo. Talvez.

Antes, é preciso organizar a bagunça que se tornou a atração de Zeca Camargo. Aliás, até quando o ex-apresentador do “Fantástico” aguenta no posto? Aguardemos.

ESCRAVOS DE JÓ…

Algo nessa história, porém, merece um destaque. A Globo reconhece um erro cometido em 2011: após a Fátima, Renata Vasconcellos é a parceira ideal para William Bonner no “JN”. A bela jornalista não conseguiu encontrar o tom no “show da vida”, apesar de seu talento.

Ao optar por Vasconcellos, a substituta natural de Bernardes, a Globo deixa claro que desistiu de uma grande bobagem: encontrar uma “nova” Fátima. Errou quem pensou que Poeta seria uma versão mais jovem da dona do “Encontro”. Ao optar por Renata, a Globo simplesmente dá uma guinada: é um “Bonner de saias”.

Noves fora, a emissora comete outro equívoco. Talentosa e meiga, Poliana Abritta não é o nome ideal para o “Fantástico”. Qual será o bastidor que envolve essa história? Ana Paula Araújo, do “Bom Dia Brasil”, e Carla Vilhena, rebaixada à função de repórter de rede, mereciam uma chance.

Estranho. Estranhíssimo!

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