Rafa Brites completa 35 anos e faz reflexão sobre mudança interior com o passar do tempo

Rafa Brites
Rafa Brites falou sobre o desapego de coisas materiais (Imagem: Reprodução / Instagram)

Completando 35 anos, Rafa Brites usou seu perfil do Instagram para fazer um desabafo sobre o quanto mudou com o passar dos anos. Ao postar uma foto com os olhos fechados e sorrindo, a apresentadora abriu o coração.

Aos 25 anos eu me comprei um rolex de presente. Hoje faço 35, semana passada eu o vendi pois não fazia mais sentido pra mim, assim como a muitas das peças de grife que eu tinha. Até ontem eu estava na Bahia pois programei uma mega viagem para curtir o dia de hoje, acabou que passei mal do estômago e voltei pra SP, pedi uma sopa de capelletti e dormi no colo do Fe no sofá. Feliz. Sem ficar brigando com o universo”, iniciou.

Ao longo do tempo entendi que ser feliz não é ter uma vida que da tudo certo, essa vida só existe nas redes sociais, ser feliz se adaptar ao que a vida nos traz. Eu fui me desprendendo de convenções sociais, inventei uma profissão nova, inventei um casamento diferente da maioria, tive a coragem há 5 anos de dizer que amamentar doía, que ser mãe me aprisionava… e assim a cada ano me desprendendo mais”, completou.

Na sequência, a famosa ainda contou: “Esse ano pela primeira vez na vida discuti com uma pessoa e pensei: sabe o que, deixa assim, nem todo mundo precisa gostar de mim. (Para uma libriana isso é um milagre). Agora taí algo ironico de amadurecer: quanto mais a gente se desprende, mais gosta da vida. Quanto mais me torno confortável em ser quem sou, também sou mais consciente dos meus privilégios e da injustiça”.

Grávida do segundo com Felipe Andreoli, Rafa continuou: “Ai quero mais tempo! Tenho mais sede de vida. Isso junto ao fato de eu ter 2 filhos me trouxe algo que jamais havia vivenciado: o medo de morrer. E por isso é extremamente irônico, ir desapegando da matéria, porque de acordo com os grandes mestres, o caminho de desapegar INCLUI esse corpo, essa vida encarnada. Vixe E ai que tenho me lascado. E desviado a curva, porque quanto mais eu me desapego da matéria, mais sobra amor para as pessoas, para a natureza, para o TEMPO”.

“E a contagem é sempre regressiva não é mesmo? Então como não tornar a vida fúnebre? Eu tenho uma frase assim: A única maneira de remediar a morte é celebrando a vida. Então se partir nos tira tempo de vida, celebrar nos da tempo ( ou sensação de tempo) na vida. Celebrar. Cada dia viva! É um lema meu! Completar outro ano de vida então é uma dose maior ainda de festa! (Não, não farei festa) Digo festa interior mesmo. Eita Acabei de pensar que nem na festa interior tô sozinha, porque já tem um bebe lá pulando. Rs”, finalizou.

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Carol Bittencourt
Caroline Bittencourt é jornalista, pós-graduada em Comunicação e Design Digital. Atua como redatora e produtora de conteúdo para redes sociais.
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