Ricardo Linhares
Na Globo, Ricardo Linhares desenvolve minissérie, série e supervisiona “Malhação” (Imagem: Divulgação / Canal Viva)

Autor da minissérie “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, já disponibilizada em serviços de streaming e com estreia prevista para 2019, na Globo, Ricardo Linhares se dedica, no momento, a três projetos: a minissérie “Fruto Proibido”, inspirada no livro “Cacau”, de Jorge Amado; a série “O Grito”, baseada na novela homônima, escrita por Jorge Andrade em 1975; e a supervisão da temporada 2020 de “Malhação”.

Segundo informações do jornalista Flávio Ricco, Linhares já entregou à emissora a sinopse de “Fruto Proibido”. No centro da narrativa, está José Cordeiro, trabalhador rural que abre mão de possibilidades de crescimento por acreditar em um ideal revolucionário. Cabe lembrar que Ricardo Linhares possui proximidade com a obra de Jorge Amado, tendo adaptado “Tieta” (1989, com Aguinaldo Silva e Ana Maria Moretzsohn) e “Mar Morto”, em “Porto dos Milagres” (2001, com Aguinaldo).

O autor também concluiu a sinopse de “O Grito”. O folhetim contempla a história de Marta (vivida por Glória Menezes na versão original), alvo dos protestos de seus vizinhos devido aos gritos que seu filho, portador de uma doença rara, dá durante a noite. Por fim, Ricardo se dedica à supervisão do enredo de “Malhação” desenvolvido por Priscila Steinman. Prevista para 2019, a trama acabou alocada em 2020, após a fase assinada por Emanuel Jacobina.

Ricardo Linhares está na Globo desde 1983. Passou pela redação do “Caso Verdade” e do “Viva o Gordo” antes de estrear na colaboração, em “O Outro” (1987), de Aguinaldo Silva. Além de voos solos, como “Meu Bem Querer” (1998) e “Agora é Que São Elas” (2003), assinou textos em parceira, como “Paraíso Tropical” (2007), com Gilberto Braga. Também supervisionou sucessos como “Cheias de Charme” (2012) e “Rock Story” (2016).

Clássico da Manchete, “Pantanal” pode ganhar remake na Globo

A mais bem-sucedida novela da extinta Manchete, “Pantanal” (1990), pode ganhar remake na Globo. Segundo informações da jornalista Carla Bittencourt, uma ala da emissora defende, junto ao departamento de dramaturgia chefiado por Silvio de Abreu, uma reverência à trama de Benedito Ruy Barbosa no seu aniversário de 30 anos, em 2020, às 21h. O canal, porém, teme as comparações com a versão original – certamente, o folhetim de maior sucesso fora dos domínios globais.

A fila do horário nobre compreende, até o momento, “Dias Felizes”, de Walcyr Carrasco, substituta de “O Sétimo Guardião”; na sequência, duas estreantes: Manuela Dias, com “Troia”, e Licia Manzo, com “Em Seu Lugar”. Enquanto isso, a família Ruy Barbosa – Benedito, a filha Edmara e o neto Bruno – dedicam-se a “O Arroz de Palma”, projeto para às 18h, adiado desde 2017, agora previsto para 2021.

 

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