Chaves, a juventude que nunca morrerá!
Chaves, a juventude que nunca morrerá!

A morte, subversiva que é, não perdoa nem mesmo aqueles que a imortalidade reluta em alinhar-se.

Roberto Gómez Bolaños parte aos 85 anos com uma configuração atribuída apenas a gênios. Mérito de poucos.

Morre ao mesmo tempo que permanece vivo.

E vive enquanto a morte lhe sobressalta.

Chaves eternizou-se há um bom tempo.

O entrecho do menino carente que vive num barril é universal. Análogo a seu entorno, qualquer seja a época.

Muitas gerações virão.

Todas passarão.

Chaves, passarinho.

Mário Quintana, outro gênio, certamente concordaria.

Bolaños é muito maior que seus pares.

A juventude de Chaves nunca morrerá.

Chapolin, o herói comum, muito menos.

Assim como Dr. Chapatin, Pancada Bonaparte, Chaveco, Vicente Chambón, Dom Caveira e outros tantos…

Ao criador, aplausos contínuos.

À criatura, carinho em demasia.

Afinal são tantas histórias.

E uma companhia de muito tempo.

Furtam-nos ao mesmo tempo que somos agraciados.

O contraditório é a máxima dos benévolos.

É isso!

Apenas isso!

Ou quase isso!

Nada disso!

Tudo isso!

Isso, isso, isso!

Ramón Valdés, Raúl Padilla, Angelines Fernández e Horacio Gómez Bolaños o receberão bem, Roberto.

Agora você poderá comer quantos sanduíches de presunto lhe forem suficientes, sem ninguém para repreendê-lo.

Nem banho precisará tomar. É o paraíso, né? É.

Vá em paz.

Ficaremos também.

Com saudades, claro. Muitas.

Mas com um orgulho gigantesco.

Fique tranquilo, entenderemos que foi sem querer querendo.

Como sempre…

 

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