Superpop
Fabíola Reipert levantou audiência do “Superpop”, de Luciana Gimenez (Imagem: Reprodução / RedeTV)

Não é só na Record que Fabíola Reipert funciona como estímulo para a audiência. Convidada do “Superpop” desta quarta-feira (16), a “Venenosa” elevou os índices do programa de Luciana Gimenez – que conquistou a melhor audiência dentre todas as atrações exibidas ao longo do dia pela RedeTV!.

O “Superpop” arrebatou 2,6 pontos. Participando do quadro “Palavra-Chave”, Reipert revelou a Gimenez curiosidades de sua carreira e “podres” de famosos. Confessou, por exemplo, que não gosta de noticiar doença. E que Anitta, hoje conhecida internacionalmente, “calou sua boca” – justamente por conta do êxito no exterior.

Fabíola Reipert ainda citou a postura arrogante de Pabllo Vittar; contou casos como o das ameaças que recebeu dos fãs de Gracyanne Barbosa e do bloqueio de Marina Ruy Barbosa em seu WhatsApp, porque a atriz “enchia o saco”. Por fim, detonou Bruna Marquezine: “Se Marquezine é boa atriz, esqueceu como faz”.

Além do “Superpop”, apenas o “TV Fama” (1,7), o “A Tarde é Sua” de Sônia Abrão (1,5), a quinta edição do “Te Peguei” (1,5) e o “Leitura Dinâmica” (1,5) conseguiram ultrapassar a “barreira do um ponto” na RedeTV!, nesta quarta-feira.

RedeTV! se prepara para fazer faxina na programação em 2019

Ao que tudo indica, a programação 2019 da RedeTV! será repleta de novidades. A intenção é fazer uma faxina geral no que está no ar hoje, com direito a remanejamento de horários, extinção e criação de novos programas.

A primeira delas, inclusive, é a mudança de dia e horário do “Sensacional”, de Daniela Albuquerque. A intenção é que ele ceda a faixa das 23h das quintas-feiras para dar espaço a uma nova versão do “Documento Verdade”.

Mudanças também vão atingir o “Ritmo Brasil”, de Faa Morena, além da criação de um programa novo para o padre Alessandro Campos. Nada, porém, na faixa do 12h, sonhada pelo sacerdote.

Outra ideia do canal de Osasco é tirar da programação atrações que não estejam dando audiência ou que apresentem baixo faturamento, ainda que tenha poucos títulos de produção própria.

O pente fino, entretanto, deverá ser cauteloso. Casos como o do “Tricotando”, que mesmo com traço em audiência consegue manter-se por conta dos “merchans”, deverão ser relevados. As informações são do jornalista Ricardo Feltrin, do portal UOL.

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