41 anos depois, Galvão Bueno deixará a Globo após a Copa; narrador negocia futuro no streaming

Galvão Bueno
Galvão Bueno anuncia fim da sua carreira na Globo pela TV aberta (Imagem: Divulgação / Globo)

Ao longo dos últimos anos, Galvão Bueno sinalizou o fim do seu acordo com a Globo. E pela primeira vez falou com riqueza de detalhes sobre o assunto: o principal narrador do país confirmou a não renovação do seu contrato com a emissora e sua consequente saída do canal.

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Em entrevista ao jornal O Globo, o apresentador declarou: Eu tenho contrato com a Globo até o fim do ano. E a gente resolveu que iríamos investir muito na minha participação na Olimpíada e, esse ano, seria seleção brasileira e Copa do Mundo”.

“E estamos conversando para ver o que será depois do dia 18 de dezembro, que é o dia da final. Espero estar com saúde para estar lá”, adiantou Galvão, que completou:

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“E temos até lá para resolver o que vai acontecer. Eu diria que hoje tenho uma consciência de que seria minha última Copa do Mundo narrando em TV. Tudo tem seu tempo”.

Sem rodeios, Galvão Bueno falou sobre a sua relação com a Globo ao longo de quatro décadas: “Mas, ao mesmo tempo, que termina o contrato para essa minha sequência de 41 anos na Globo, com trabalho do dia a dia, programa, narração de jogos, com essas coisas, a tendência nessa conversa é que isso pare depois da Copa do Mundo”.

Galvão Bueno crava o seu futuro fora da TV aberta

“Mas estamos negociando outras coisas. Outros caminhos”, frisou ele, que deu a entender o seu novo caminho na casa: o Globoplay:

“E, muito provavelmente, muita coisa nesse mundo digital e outras plataformas dentro do Grupo Globo. A Globo é minha casa”.

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“Então, a nossa conversa nesse momento é: o que irá acontecer, como deixaremos as portas abertas e que porta será utilizada depois do dia 18 de dezembro. É impossível você dizer no mundo ‘não, nunca mais’. A vida me ensinou isso. Mas neste momento eu diria, narração em TV aberta, não mais”, cravou.

Galvão Bueno finalizou com uma menção ao amigo Roberto Carlos: “É como o Roberto fala: ‘se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi'”.

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