Carolina Kasting reflete sobre feminismo ao rever personagens e sugere nova reprise

Carolina Kasting
Carolina Kasting, hoje como Agnes de Salve-se Quem Puder, aproveitou a pandemia para rever seus trabalhos e reavaliar personagens (Imagem: João Miguel Júnior / Globo)
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Carolina Kasting, hoje como Agnes de Salve-se Quem Puder, aproveitou a pandemia para rever seus trabalhos e reavaliar personagens (Imagem: João Miguel Júnior / Globo)

No ar em Salve-Se Quem Puder, Carolina Kasting aproveitou a quarentena para rever com o público dois de seus maiores papéis na TV: a Laura de Mulheres Apaixonadas (2003), exibida pelo Canal Viva, e a Mariquinha de Cabocla (2004), clássico de Benedito Ruy Barbosa resgatado recentemente pelo Globoplay. Em conversa com a coluna Curto-Circuito, a atriz refletiu sobre as questões de gênero envolvendo suas personagens e revelou que, se Mulheres Apaixonadas fosse gravada nos dias de hoje, provavelmente a obsessão de Laura por César (José Mayer) teria outro tom.

Luiz Fábio Almeida
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Luiz Fábio Almeida

Luiz Fábio Almeida é professor de Comunicação, Jornalista e um apaixonado pelo que acontece na televisão. É editor do RD1, onde escreve sobre TV, Audiências da TV e Esporte na TV desde 2014. Está nas redes sociais no @luizfabio_ca e também pode ser encontrado através do email [email protected]