
A Disney já está se movimentando nos bastidores e promoverá mudanças significativas. A principal delas diz respeito à ESPN, que terá que reduzir drasticamente os seus gastos com direitos de transmissão.
A gigante do entretenimento está avaliando o que fazer com a marca esportiva em 2027, após um período de intensa concorrência, especialmente com a Globo.
O objetivo é otimizar os investimentos e garantir a sustentabilidade do negócio no mercado brasileiro, que exige cada vez mais atenção aos custos.
ESPN terá que enxugar o cardápio de direitos de transmissão?
Atualmente, a ESPN detém os direitos de transmissão de um portfólio robusto de competições. Incluem-se aí:
- Brasileirão – Série B
- Sul-Americana
- Premier League (Inglaterra)
- La Liga (Espanha – até 2027/28)
- Serie A (Itália)
- NFL (futebol americano)
- NBA (basquete)
- MLB (beisebol)
- NHL (hóquei) e torneios de tênis
Gerenciar e arcar com os custos de todas essas ligas, que somam alguns bilhões de reais anualmente, não é tarefa fácil para a Disney.
Por isso, a diretoria estuda quais modalidades esportivas realmente valem o investimento e quais podem ser deixadas de lado para focar no essencial.
A busca por uma operação mais enxuta e rentável na ESPN é uma estratégia que reflete o cenário atual do mercado esportivo, onde a disputa por direitos de transmissão estão inflacionados.
Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter e é especialista em Audiências da TV e TV aberta. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email [email protected].
