A equipe de Ana Hickmann se pronunciou nesta segunda-feira (22) após a Justiça de São Paulo determinar o bloqueio de veículos registrados em nome da empresa Hickmann Serviços. A medida faz parte de uma ação de cobrança de uma dívida estimada em R$ 117 mil.
Em nota, a defesa atribuiu a origem da cobrança ao ex-marido da apresentadora, Alexandre Correa. Segundo os advogados, a responsabilidade não deveria recair sobre Ana Hickmann.
O que a defesa de Ana Hickmann afirmou?
A manifestação foi enviada à imprensa logo após a repercussão da decisão. A equipe da apresentadora sustentou que a dívida tem origem em um período em que a empresa era administrada pelo ex-marido.
A defesa também questionou os valores cobrados e o cálculo dos juros. Segundo a nota, foram solicitadas perícia e outras provas para esclarecer os fatos, mas os pedidos não foram aceitos pelos tribunais. Os advogados reforçaram que a decisão divulgada não encerra o caso e que seguirão adotando todas as medidas cabíveis.
Como surgiu a dívida?
O processo teve início em 2023. Segundo os autos, a Hickmann Serviços emitiu três cheques em favor de um empresário, mas eles foram devolvidos por falta de fundos.
Na época, o sócio administrador da empresa era Alexandre Correa, ex-marido de Ana. O casal se separou em dezembro de 2023, após ela denunciá-lo por violência doméstica. A defesa argumenta que ela não assinou os cheques e desconhecia as operações.
A Justiça, porém, rejeitou esse argumento. O entendimento foi de que Correa, como sócio, detinha poderes de administração da empresa quando os cheques foram emitidos.
Quais bens foram bloqueados?
A ordem judicial recai sobre veículos registrados em nome da empresa, e não diretamente da apresentadora. Caso a dívida não seja quitada, os bens poderão ser penhorados. São eles:
- Toyota Hilux
- Renault Kwid Life
- Volkswagen Saveiro
- Fiat Toro
- Motocicleta Yamaha Factor
Ana Hickmann pode ser presa por causa da dívida?
Não. O processo corre na esfera civil e se trata de uma ação de cobrança, não criminal. No Brasil, dívidas dessa natureza não levam à prisão.
A apresentadora também não pode mais recorrer quanto ao mérito da ação. Restam duas vias jurídicas: contestar especificamente o bloqueio dos veículos e, em tese, mover uma ação contra o ex-marido para tentar recuperar os valores.
Formada em Administração de Empresas, Jornalismo e mestranda em Comunicação. Apaixonada por setor automobilístico, true crime e livros. Fiz da escrita e produção de conteúdo sua paixão e profissão.
