A 12ª temporada de Chicago P.D. entrou no catálogo do Globoplay na terça-feira (11), com todos os episódios liberados de uma só vez para quem quiser maratonar.
O novo ciclo mexe na formação da Unidade de Inteligência e coloca a vida pessoal dos detetives no centro da trama.
É a derivada mais longeva de Chicago Fire e acompanha a divisão da polícia de Chicago responsável pelos casos mais complexos da cidade.
O ciclo alterna investigações de alto risco com o desgaste pessoal de uma equipe que carrega traumas acumulados de temporadas anteriores.
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A grande mudança do ano é a despedida da detetive Hailey Upton, presença central em temporadas anteriores e peça-chave nos arcos ligados a Voight.
Para o lugar dela entra a policial Kiana Cook, promovida ao time de elite depois de atuar no patrulhamento.
A troca altera as duplas em campo e obriga o grupo a recompor a confiança interna no meio de investigações de alto risco.
O casamento que os fãs de Chicago P.D esperavam
No terreno pessoal, a temporada entrega o casamento de Ruzek e Burgess, relação que a série vinha construindo e desmontando havia anos.
O episódio funciona como respiro em um ciclo dominado por traumas e perdas, marca registrada da produção.
A escolha de resolver o casal em vez de prolongar o suspense indica um ajuste de tom na condução da trama.
Quem continua na Unidade de Inteligência de Chicago P.D
Jason Beghe segue como o sargento Hank Voight, o eixo em torno do qual a série gira desde 2014.
O elenco fixo mantém LaRoyce Hawkins como Atwater, Marina Squerciati como Burgess, Patrick John Flueger como Ruzek e Benjamin Levy Aguilar como Torres.
Amy Morton continua como a sargento Trudy Platt, no comando do balcão do distrito.
Onde a franquia One Chicago está no Brasil
Além do Globoplay, a série tem exibição na Universal TV e circula no catálogo de outras plataformas licenciadas.
As três produções da franquia — Chicago Fire, Chicago P.D. e Chicago Med — chegam ao país com defasagem em relação à exibição original da NBC.
Nos Estados Unidos, esta temporada foi ao ar a partir de setembro de 2024, o que explica o intervalo até a estreia no streaming brasileiro.
Por que a liberação de uma vez importa
Ao soltar a temporada completa, o Globoplay aposta no consumo em bloco, formato que costuma render picos curtos e intensos de audiência.
O modelo se diferencia da estratégia semanal usada pela plataforma em produções originais, pensada para segurar o assinante por mais tempo.
Para o público que acompanha a franquia há uma década, a vantagem é prática: dá para chegar ao desfecho dos arcos sem espera.
Séries policiais de episódios fechados também se beneficiam do formato, já que cada capítulo entrega um caso resolvido dentro do arco maior.
Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_
