Defesa de Rodrigo Faro quebra o silêncio após condenação em caso de mulher idosa

Defesa de Rodrigo Faro quebra o silêncio após condenação em caso de mulher idosa
Defesa de Rodrigo Faro quebra o silêncio após condenação em caso de mulher idosa | Imagem: Reprodução (Record)

A defesa de Rodrigo Faro se pronunciou oficialmente depois que o apresentador foi condenado pela Justiça em um caso que envolve uma professora idosa de São Paulo.

Em nota, o advogado do comunicador contestou a decisão e garantiu que a sentença será revertida. Para quem viu o nome do apresentador ligado a uma condenação, é o outro lado da história.

O caso veio à tona nesta sexta-feira (10), revelado com exclusividade pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia. A repercussão foi imediata.

Vale o contexto desde já: trata-se de uma decisão de primeira instância, ou seja, ainda cabe recurso — e a defesa já entrou com ele.

Por que Rodrigo Faro foi condenado?

A condenação está ligada a uma empresa de assessoria financeira, a Triê Soluções Financeiras, da qual Faro era garoto-propaganda.

A juíza Ana Lucia Schmidt Rizzon, do Juizado Especial Cível de Itaquera (SP), julgou a ação procedente.

Segundo a sentença, a magistrada aplicou o princípio da responsabilidade solidária, previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Para a Justiça, o comercial estrelado por Faro, que usava sua imagem e credibilidade para endossar a empresa, foi decisivo para convencer a vítima a fechar contrato.

O que aconteceu com a professora idosa

A ação foi movida pela consumidora após uma promessa não cumprida. A idosa contratou a Triê com a promessa de reduzir juros abusivos de um financiamento de veículo.

A empresa, porém, NÃO repassou os valores devidos. Com isso, a professora quase teve o carro apreendido por conta disso.
Com a decisão, Faro e a empresa foram condenados a pagar mais de R$ 23 mil, sendo R$ 15 mil por danos morais e o restante em ressarcimento de despesas e honorários.

O que diz a defesa de Rodrigo Faro

Em nota enviada à imprensa, o advogado Marcos Vinicios F. Oliveira afirmou ter convicção de que a decisão será revertida na segunda instância. O argumento central é a função do apresentador no caso.

Segundo a defesa, Faro atuou estritamente como garoto-propaganda e não tem responsabilidade sobre a operação da empresa — não integra o quadro de sócios nem tem gerência sobre os contratos firmados pela Triê.

A equipe jurídica disse respeitar o Judiciário e aguardar tranquila o julgamento do recurso.

Kawane Licheski
Escrito por

Kawane Licheski

Formada em Administração de Empresas, Jornalismo e mestranda em Comunicação. Apaixonada por setor automobilístico, true crime e livros. Fiz da escrita e produção de conteúdo sua paixão e profissão.