O “branding” está destruindo as tardes da Globo

Se Joga
Érico Brás, Fernanda Gentil e Fabiana Karla no Se Joga; programa perde outra vez para Record e SBT (Imagem: Divulgação / Globo)
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Érico Brás, Fernanda Gentil e Fabiana Karla apresentam o Se Joga (Imagem: Divulgação / Globo)

Publicitários, não me crucifiquem pelo título do artigo. O explicarei a seguir. Com raras exceções, a Globo nunca foi boa em criar programas de entretenimento. Neste caso, não falo de teledramaturgia. Os problemas sempre foram as atrações de palco, mesmo. A emissora historicamente buscou nomes de sucesso da concorrência para suprir essa necessidade.

Henrique Brinco
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Henrique Brinco

Henrique Brinco é baiano, formado em Comunicação Social pela Unijorge, de Salvador. Atua no jornalismo desde 2008, passando pelas editorias de política, cidades, cultura e entretenimento em diversos portais de notícias, locais e nacionais. É colaborador do RD1 desde 2012, onde já foi responsável pela editoria de Famosos e autor da coluna Por Trás da Mídia. É fã número 1 de reality shows. Fala besteira no Twitter (@brinco) o dia todo também!