Angélica revela chegada precoce da menopausa e faz desabafo

Angélica
Angélica revela chegada precoce da menopausa e faz desabafo (Imagem: Reprodução / Instagram)

Angélica concedeu entrevista à revista Claudia e, pela primeira vez, falou sobre como foi descobrir que havia entrado na menopausa. De acordo com a apresentadora, tudo ocorreu de forma repentina, quando ela tinha 43 anos.

“A menopausa chegou precocemente. Aos 43 anos, comecei a ter sinais, assim como a minha mãe e como a minha irmã. Alguns sintomas apareceram, mas fui levando, por falta de informação e por não querer tomar remédios”, revelou.

A artista contou que teve dificuldade de lidar com a nova condição: “Demorei a entender a menopausa precoce e me cuidar, iniciar o tratamento de reposição hormonal – essa lentidão eu considero um erro”.

“A notícia da menopausa em si não foi ruim, aos 45 anos, mas os sintomas, como o calor, insônia e alteração de humor, foram. Estava mal informada. Só com informação vamos combater o estigma sobre essa fase natural do corpo da mulher”, afirmou. E prosseguiu:

“Quando eu entendi que a reposição não era adicionar nada ao corpo, mas controlar o que estava desregulado, comecei a cuidar efetivamente e tudo voltou ao normal. Acho que relutei muito porque eu ouvia das pessoas: ‘Nossa, mas já? Você é muito nova para estar passando por isso’. Precisamos nos informar, procurar ajuda e nos conhecer”.

“O estigma da menopausa é absurdo, porque é justamente nesse período que você está mais produtiva, empolgada com a vida, os filhos estão crescidos e você se entende mais”, refletiu.

Angélica fala sobre o envelhecimento

Durante o bate-papo, a esposa de Luciano Huck expôs ainda seu ponto de vista sobre o envelhecimento. Para ela, a experiência adquirida com o passar dos anos não deve ter considerada como algo negativo:

“Acho que enxergar o envelhecimento como algo ruim é uma visão que está ficando cada vez mais para trás. Nós tivemos muitos avanços. Em primeiro lugar, é um orgulho estar vivendo e trabalhando tanto com saúde. A pandemia me trouxe grandes reflexões sobre o tempo. Não importa um cabelo branco aqui ou uma ruga ali. São coisas naturais da vida de uma mulher”.

“Eu não troco os meus 48 anos pelos meus 28 anos, por exemplo. Foi ótimo? Foi. Mas hoje me sinto segura, tenho uma família incrível, histórias para contar. Esses 20 anos me trouxeram aprendizados, conquistas, sofrimentos e alegrias. Precisamos valorizar mais o aprendizado da pessoa mais velha”, avaliou.

“Eu aprendo muito com os jovens, meus filhos me ensinam, mas a sabedoria do mais velho é especial. A gente não pode deixar isso de lado. Eu adoro quando uma pessoa de idade avançada comenta do meu trabalho. Paro e ouço com atenção. Nosso país não valoriza os idosos e toda a bagagem que eles carregam. Muitas empresas descartam os mais velhos e sua maturidade”, disse.

E completou: “Acho que as mulheres estão se sentindo mais livres para ser quem são, na idade em que estão. Quando você se sente bem, se expressa como quer e todo o seu entorno também fica bem”.

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