Antonia Fontenelle defende Bolsonaro, crê em vitória em 2022 e fala sobre “gado”

Antonia Fontenelle
Antonia Fontenelle sai em defesa de Bolsonaro (Imagem: Reprodução / YouTube)

Antonia Fontenelle nunca escondeu sua predileção pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e suas colocações polêmicas, mesmo durante o caos instaurado em Brasília pelo “capitão” e seus aliados. No entanto, a loira descartou o termo criado para definir os fiéis seguidores do presidente: gado.

“Ser gado de alguém é coisa de gente fraca e acéfala, não preciso dizer que esse não é o meu caso? Já discordei dele várias vezes, democracia é isso. Eu o defendo porque ainda não me apontaram uma alternativa melhor, e acho que vai demorar a ter. O presidente é um cara que se preocupa com o povo, e não tem histórico de roubalheira. Resumindo, é o melhor que nós temos. Mas meu ativismo não é pró-Bolsonaro, é pró-Brasil”, declarou em entrevista à coluna de Leo Dias, do Metrópoles.

“Assim como eu respeito quem pensa o contrário, peço respeito pela minha posição. Na verdade eu nunca me interessei por política até eu ter meu segundo filho e esse interesse foi reforçado com o nascimento da minha neta”, ressaltou.

A famosa não escondeu o caminho da política no futuro. “Não tenho vontade, mas acho que vai acabar sendo uma necessidade, no sentido de que só vou conseguir ajudar muita gente entrando pra política, mas isso não será de imediato, ainda preciso pensar muito bem a respeito”, disse.

Com a saída de Regina Duarte da Secretaria Especial de Cultura, Antonia Fontenelle foi ventilada à pasta. “Já disse que não me sinto apta pra assumir uma pasta técnica e urgente como a secretaria de cultura. Assim como me posicionei quando Regina assumiu. Acho que ela não precisava ter esse histórico em seu currículo, foi traída pela vaidade”, avaliou.

A empresária afirmou que “não vive em função de seguidores”, quando questionada se perdeu ou ganhou seguidores com o apoio a Bolsonaro, e que não se importa com a opinião dos artistas: “Muitos são pedantes, muitos são inseguros, muitos são vendidos, muitos se alimentam do vício de viver em panelinhas, e os poucos que se salvam são meus brothers”.

Para ela, o ex-ministro Sérgio Moro deu um “tiro na testa” na briga com o Chefe do Executivo. “Moro não deu tiro no pé, Moro deu tiro na testa, se ele se candidatar a síndico de prédio pode até ser que ganhe, dependendo do prédio obviamente”, provocou.

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