Datena
Datena fez um pedido ao presidente Jair Bolsonaro (Imagem: Reprodução / Band)

José Luiz Datena fez um pedido especial ao presidente Jair Bolsonaro durante o “Brasil Urgente” da última segunda-feira (9). O apresentador da Band pediu para o político falar menos.

“Senhor presidente, não dá para o senhor ficar quieto um pouquinho?”, aconselhou o famoso. O pedido do jornalista veio após manifestação médica do hospital. O diretor-médico do hospital Vila Nova Star, Antônio Antonietto, destacou que o presidente precisava falar pouco após a quarta cirurgia que foi submetido.

Desta vez, Bolsonaro cuidou de uma hérnia no estômago. A cirurgia foi mais uma em decorrência da facada que o presidente sofreu durante as eleições do ano passado.

Datena lembrou que tem o mesmo problema, mas que não pretende ir para a mesa de cirurgia. “Eu também tenho uma hérnia igual à do presidente, mas como tem muita gente que reza para o presidente morrer também tem muita gente que reza para eu morrer. Não vou operar para não ficar pior”, argumentou.

Em seguida, o contratado da Band enfatizou no recado para o descanso. “Senhor presidente, o médico mandou o senhor ficar quieto! Por que o senhor está falando?”, questionou.

Datena intervém em greve ao vivo e toma atitude inusitada na Band

O trânsito voltou a fluir na cidade de São Paulo graças a José Luiz Datena. Ao vivo, o apresentador fazia a cobertura da greve de ônibus na tarde desta sexta-feira (5) e interveio na situação, ao conversar com os responsáveis pelo movimento.

Diretamente da Band, Datena falou com o presidente do Sindicato dos Motoristas, Valdevan Noventa, e com o secretário da Mobilidade e Transportes, Edson Caram, criticando o momento escolhido para protestar, já que o povo estava sendo prejudicado.

Independente dos responsáveis, as pessoas não estavam conseguindo se locomover, já que não haviam motoristas nas ruas em plena sexta-feira, em um horário que a maioria das pessoas estavam voltando do trabalho para casa.

“Quem se beneficia com isso são os transportes clandestinos, que, muitas vezes são controlados pelo crime organizado. E ninguém tem coragem de falar isso, porque tem medo de tomar um tiro na testa”, disparou Datena, sem medo.