Paola Carosella
Paola Carosella mandou recado para Marcelo Crivella (Imagem: Reprodução / Band)

Paola Carosella se manifestou em suas redes sociais incrédula com a postura do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, que determinou que os organizadores da Bienal do Livro, que acontece na cidade carioca, recolhessem livros com conteúdo impróprio para menores.

O sobrinho do bispo Edir Macedo, dono da Record, explicou os motivos para que interrompesse questões mais importantes da cidade e se envolvesse com uma HQ com temática LGBT.

“Pessoal, precisamos proteger as nossas crianças. Por isso, determinamos que os organizadores da Bienal recolhessem os livros com conteúdos impróprios para menores. Não é correto que elas tenham acesso precoce a assuntos que não estão de acordo com suas idades”, declarou em sua conta no Twitter.

Na mesma rede, Paola se mostrou inconformada com a prioridade do prefeito do Rio de Janeiro. “Sim. Precisamos muito proteger as crianças. Sobretudo as mais pobres, que não tem educação nem saúde, nem segurança, nem respeito, nem nada. Isso é prioritário”, avisou.

Crivella enviou 15 agentes para a Bienal do Livro para o confisco das edições da HQ com temática LGBT. A famosa, inconformada, finalizou com um recado irônico para o político: “Mas pode também fingir que tirar 2 livros da Bienal vai mudar alguma coisa. ‘Nois’ é estúpido mesmo”.

A manifestação de Carosella não ficou apenas em palavras. Em seu perfil no Instagram, a contratada da Band compartilhou a imagem que chocou o prefeito: o beijo entre dois rapazes na HQ dos heróis da Marvel. “Prioridades”, alfinetou na legenda da publicação.

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Prioridades

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Marcelo Crivella usa o “Balanço Geral” e o “Jornal da Record” para atacar a Fundação Roberto Marinho

Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB) fez uma grave acusação contra a Fundação Roberto Marinho e promoveu duros ataques à Globo e seus jornalistas. O sobrinho do bispo Edir Macedo acusou a emissora carioca de ter recebido do governo anterior mais de R$ 200 milhões sem licitação.

“No governo anterior, R$ 214 milhões foram dados à Fundação Roberto Marinho”, contou Crivella em entrevista ao “Balanço Geral RJ”, da Record, de propriedade de seu tio. O político comparou o valor dado pelo governo à Fundação da família Marinho com o que gastou no último desastre das chuvas no Rio.

“Eu gastei, pra salvar vidas, R$ 50 [milhões]. A Fundação Roberto Marinho, não me consta que tinha estado de calamidade pública, nem que tinham vidas em risco e recebeu R$ 214 milhões da Prefeitura para fazer consultorias, uma delas em projetos de arquitetura e obras de engenharia”, argumentou.

Marcelo Crivella explicou que os R$ 214 milhões foram de contratos de consultoria. “Não são obras, são contratos de consultoria no valor de R$ 214 milhões, do governo passado. Isso precisa, sim, ser investigado”, avisou.

Eduardo Paes foi o antecessor de Crivella no comando do município. “É muito importante que a população do Rio de Janeiro saiba por que não foi feito um processo de licitação que baixa o preço. Foi dado ao preço que eles apresentaram. Aí sim nós vamos estar tendo transparência”, alfinetou.

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