Bolsonaro
Jair Bolsonaro fez novo ataque contra a Globo e o “JN” (Imagem: Reprodução / Presidência da República)

O presidente Jair Bolsonaro atacou a Globo e os 50 anos do “JN” nesta quarta-feira (4), quando estava saindo do Palácio da Alvorada para cumprir sua agenda de compromissos em Anápolis (GO). O político afirmou que o telejornal “não tem mais teta”.

Na declaração, o presidente ironizou a criação da Globo, feita durante o regime militar. A pergunta foi feita por um jornalista da Folha do Brasil, plataforma online alinhada ao governo.

“Olha só imprensa brasileira, vocês falam tanto em ditadura. Ela se prima, entre outras coisas, por fechamento de jornais, rádio e televisões. A TV Globo nasceu em 1965, é uma empresa então ditatorial”, argumentou.

Em seguida, lembrou da criação da revista Veja. “Agora o JN se prestou, como não tem mais teta, não estão mamando mais, não tem mais propaganda oficial do governo. O esporte agora é me atacar. Não vão conseguir, o couro aqui é grosso”, avisou.

Procurada pela Folha de S.Paulo, a Globo se manifestou e disse que não comentará as declarações do presidente. O “Jornal Nacional” comemorou 50 anos no último domingo (1º).

Bolsonaro ataca a Globo e diz que ela faz “campanha antipatriótica”

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a atacar a Globo. Desta vez, a reclamação aconteceu durante a reunião com governadores da região da Amazônia Legal, nesta terça-feira (27).

Segundo o UOL, o político condenou a cobertura televisiva em relação às queimadas. “Não é tudo isso”, disparou o chefe do Executivo, que, sem provas, acusou a emissora de fazer “campanha antipatriótica, entreguista para fora do Brasil”.

“As queimadas na região amazônica, que não é isso tudo, divulgada em especial pela nossa TV Globo. TV Globo faz um trabalho excepcional do outro lado, fora do território nacional contra nós aqui”, criticou Bolsonaro.

“[A questão amazônica] Está nos unindo, despertando sentimento patriótico e cada vez mais mostrando que o Brasil tem tudo para dar certo. Só nós continuarmos nessa linha, que estamos adotando, pensando no Brasil como um todo”, falou o presidente.

O político acrescentou: “Não tem estado mais importante que o outro, todos são importantes até o menor estado que é o Sergipe, se não me engano, até o maior, que é o estado do Amazonas. Nossa união vai nos tirar dessa situação que nos encontramos no momento ainda. E fará que o Brasil sairá muito, muito maior que entrou”.

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