Alexandre Garcia chegou a ser cotado para assessoria de Jair Bolsonaro (Imagem: Reprodução / Globo)

Presidente eleito no último pleito para presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) pretende agora “profissionalizar” a comunicação de seu governo, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo.

A decisão de estruturar sua assessoria de imprensa enfrenta, porém, a resistência de seus filhos – Carlos, Eduardo e Flavio, todos envolvidos com política. Os rapazes se opõem, inclusive, a nomes conhecidos sondados para o cargo, como o de Alexandre Garcia, contratado da Globo.

A assessoria de Bolsonaro esteve a cargo durante a campanha, e ainda está, de nomes de sua equipe, feita de modo informal. Contudo, há uma corrente que defende um trabalho profissional, organizado – evitando “disse-me-disse” na imprensa sobre atos relacionados ao presidente eleito, como barrar determinados veículos em coletivas.

Para o posto, foram cogitados Augusto Nunes, colunista da revista Veja; Felipe Moura Brasil, do site O Antagonista; e Alexandre Garcia, que chegou à TV em 1983, através da Manchete, estreando na Globo no final da década de 1980, como repórter especial do “Fantástico”, do “Jornal da Globo”, do “Jornal Hoje” e do “Jornal Nacional”. Atualmente, Garcia é colunista do “Bom Dia Brasil” e apresentador eventual do “JN”.

De acordo com a Folha, os nomes apresentados foram rechaçados pelos herdeiros de Bolsonaro, por serem “comunistas” ou “petistas”. Carlos, vereador pelo Rio de Janeiro, é quem se opõe com mais veemência: foi ele o responsável por alinhar à campanha do pai ao uso das redes sociais. Deputado federal por São Paulo, Eduardo parece mais simpático a Augusto Nunes; ele compartilhou uma entrevista do pai ao jornalista, durante a eleição, enaltecendo o texto.

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