Terra Nostra
Ana Paula Arósio e Thiago Lacerda como Giuliana e Matteo, em “Terra Nostra” (1999) (Imagem: Fernanda Cavalcanti / Globo)

O Canal Viva confirmou, nesta terça-feira (8), em contato com o RD1 – e, posteriormente, nas redes sociais –, as próximas novelas de sua grade: “Porto dos Milagres” (2001), de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares; “Terra Nostra” (1999), de Benedito Ruy Barbosa; e “O Cravo e a Rosa” (2000), de Mário Teixeira e Walcyr Carrasco.

A primeira a estrear é “Porto dos Milagres”, dia 11 de fevereiro, às 15h30 – com reapresentação à 0h –, substituindo “Vale Tudo” (1988). Esta é a primeira reprise do folhetim desde a exibição original, às 21h, há 18 anos. Em cena, o pescador Guma (Marcos Palmeira), líder comunitário que batalha contra o todo-poderoso da cidade de Porto dos Milagres, litoral baiano, Félix Guerreiro (Antonio Fagundes) – sem saber que este é seu tio. O destaque fica por conta da vilã Adma (Cássia Kis), esposa de Félix, responsável por afastar Guma, ainda bebê, da família.

No dia 28 de fevereiro, uma quinta-feira, o Viva lança “Terra Nostra”, às 14h30 – com reapresentação por volta de 1h –, na vaga hoje ocupada por “Baila Comigo” (1981). O enredo acompanha os imigrantes italianos Matteo (Thiago Lacerda) e Giuliana (Ana Paula Arósio), separados na chegada ao Brasil e, posteriormente, unidos, após casarem-se com outros pares, em busca do filho desaparecido. No elenco, Antonio Fagundes, Raul Cortez, Ângela Vieira, Carolina Kasting, Débora Duarte, Marcello Antony, Maria Fernanda Cândido e Paloma Duarte, dentre outros.

Segundo o Canal Viva, “Terra Nostra” “será reapresentada em sua versão distribuída internacionalmente – a única disponível atualmente – com 150 capítulos, devido a questões de direitos autorais da trilha sonora”. A versão original, de setembro de 1999 a junho de 2000, contou com 221 capítulos; já a reprise em “Vale a Pena Ver de Novo” (2004), marcada pelo insucesso, acumulou 106 capítulos. O procedimento é similar ao adotado a “Dancin’ Days”, também veiculada em versão internacional, mas, apesar da reedição, com o mesmo número de capítulos da exibição original.

Por fim, “O Cravo e a Rosa”, no ar a partir de 25 de março, às 23h – com reapresentação às 13h30 –, horário hoje ocupado por “A Indomada”. A narrativa opõe a feminista Catarina Batista (Adriana Esteves) e o machista Julião Petrucchio (Eduardo Moscovis). O pai de Catarina a quer casada, para assim poder conduzir sua filha caçula ao altar; já Petrucchio vê na união com a “fera” a possibilidade de salvar sua fazenda da falência. Êxito absoluto das 18h, a trama, revista pelo público em duas ocasiões, em 2003 e 2013, voltará à telinha na íntegra.

Sobre as escolhas, o Canal Viva ressalta “que – em conjunto com a Globo – faz a análise do acervo das novelas, considerando, inclusive, o que já foi ao ar no ‘Vale a Pena Ver de Novo’, e seleciona possíveis títulos para exibição. Após a seleção, é realizada a checagem de todos os direitos, o número de capítulos, de modo que os finais das novelas não coincidam com períodos festivos e também com início e fim das três novelas. A diversidade de temas e elencos entre elas é outro ponto considerado na escolha”.

Cabe lembrar que estas não foram as primeiras opções divulgadas pelo Viva para a grade 2019. Em agosto do ano passado, o canal assegurou as exibições de “Roda de Fogo” (1986) e “Força de um Desejo” (1999), além da agora confirmada “O Cravo e a Rosa”. A troca de títulos tem sido recorrente na gestão de Daniela Mignani, atual diretora do Canal Viva: no início do ano passado, “Jogo da Vida” (1981) foi substituída por “Bebê a Bordo” (1988) – posteriormente, alvo de cortes por motivos até hoje não explicitados. Já no segundo semestre, a mesma “Roda de Fogo” e “Brega & Chique” (1987), então anunciadas, perderam o posto para “A Indomada” e “Vale Tudo”.

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