Carol Castro abre o jogo ao falar sobre separação do pai de sua filha

Carol Castro
Carol Castro e Felipe Prazeres se separaram quando filha tinha apenas um ano (Imagem: Reprodução / Instagram)

Carol Castro abriu seu coração ao falar sobre o fim do casamento com Felipe Prazeres. Em um bate-papo no YouTube, a atriz relembrou o divórcio, que aconteceu quando a filha deles, Nina, tinha apenas um ano:

“A gente falou: ‘acho que não tem muito como acontecer’ (…) A gente tem um acordo entre a gente, até porque são dois artistas e ele também não tem uma agenda certinha. Então, a gente tenta fazer da melhor maneira possível. Mas obviamente a terapia também me ajudou muito nesse processo todo. Para eu entender, eu não sofrer tanto e deixar ir também”.

Sempre com muita dor porque eu sou filha de pais separados e foi muito conturbado. Eu lembro de briga, de discussão e eu não queria isso para a Nina. Então, quando a gente foi vendo que estava só atrito, só distância, aí veio dos dois: ‘acho que vai ser melhor se a gente separar‘”, disse.

Namorando o também ator Bruno Cabrerizo, a famosa contou que, inicialmente, foi resistente ao romance. “Bruno até brinca comigo: ‘nossa, você me deu trabalho hein’. Porque ele teve que insistir“, explicou. Ao falar da herdeira, Carol afirmou que teve um pós-parto complicado:

“Uma mulher no puerpério já fica muito sensível, passa por uma tragédia dessa… E aí eu comecei a ficar muito triste, tentando muito ser forte. Lembro que eu queria acertar muito na amamentação, fiz um monte de coisas, mas no começo foi muito difícil. Eu tive duas mastites e uma flebite (…) Aí eu comecei a ter muita dificuldade, junto com a primeira mastite. A gente chama enfermeira especializada em amamentação, faz aquela massagem, e uma delas disse que achava que a Nina tinha o freio encurtado. E aí eu caí num conto que eu soube que está meio na moda. Esse tipo de cirurgia”.

Fui numa consulta, a Nina tinha 13 dias. Primeiro a odontopediatra ficou mostrando uma apresentação. Foto de bebê chorando, e bebê assim e bebê assado. Ela me perguntou porque eu estava ali, eu falei: ‘olha, a Nina chora muito de madrugada, sei que tem a questão da cólica, mas eu tenho medo que ela não esteja conseguindo mamar direito. E tem vezes que ela está chorando, fica muito vermelha e para alguns segundos de respirar’. Hoje em dia eu já sei que você dá uma assoprada e se o bebê voltar rápido está tudo bem. Só que mãe de primeira viagem não sabe. Aí a médica falou: ‘Ah, ela teve uma apneia’. Disse que não sabia e ela foi examinar”, seguiu.

Coloquei a Nina no meu peito, deitei na cadeira do dentista e ela me disse: ‘olha, eu vou ter que acordar a Nina e a Nina vai precisar chorar um pouco. Fica tranquila que só assim eu consigo examinar direito o freio e tal. Mas fica tranquila que se alguma coisa acontecer aqui eu tenho como ressuscitar no consultório. Usou essa frase (…) Eu não tive ação, a lágrima só escorreu. E ela falava: ‘tem que fazer a cirurgia sim, e é anestesia geral’ (…) Eu saí de lá chorando, comecei a ter milhares de pesadelos durante a noite com bebê morto. Tudo o que a gente já passa no puerpério normalmente, de ver se o bebê está respirando, eu tive ao extremo – lembrou ela, explicando que não fez a cirurgia na filha”, completou.

A famosa revelou que ainda descobriu que estava com um resto de placenta no útero e precisou passar por uma curetagem:

“Eu estava sempre muito fraca e sangrando muito, mas é normal sangrar depois do parto natural por algum tempo. Mas foi passando a quarentena e eu: ‘doutor, ainda sangrando muito, isso é normal?’. E dizia que até 60 dias era normal. Aí deu 63 dias eu falei que não estava normal e fomos dar uma olhada. E aí tinha um resto de placenta, não era muito, mas o suficiente para ser perigoso”.

Então, eu tentei primeiro fazer uma coleta, digamos assim, manual, que dói muito. Não foi possível tirar tudo e aí eu precisei fazer de fato uma curetagem. E eu só pensava no leite, porque aí eu já estava conseguindo, já estava tudo certo, já estava começando aquele alívio: ‘que delícia que é dar de mamar’ (…) Aí chegamos na decisão que seria com a anestesia peridural, que é só da cintura para baixo. Mas ainda tive que passar por essa porrada. Foi um pós-parto difícil”, concluiu.

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Guinho Santos
Guinho Santos é formado em Jornalismo e escreve sobre o universo das celebridades há dez anos. Reality show, bastidores da TV e novelas também são seus pontos fortes. Além disso, possui experiência como Social Media e apresentador. Seu canal na web é através do Instagram @guinhosantos__.
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