Cesar Filho
Cesar Filho e Elaine Mickely mostraram a sua mansão para Geraldo Luís (Imagem: Reprodução / Record)

Cesar Filho foi o destaque do “Domingo Show”, de Geraldo Luís, no último domingo (8). A história do apresentador do “Hoje em Dia” foi contada num mosaico do passado, como a infância pobre, até o presente e sua fama na TV.

A reportagem começou nos bastidores da Record, com Geraldo invadindo o camarim do amigo. Entre as lembranças do início da sua vida, o famoso revelou um trauma de infância: presunto.

“Eu morava com a minha mãe e estava passando as férias na casa do meu pai. Não tinha presunto na minha casa e me deparei com presunto. Aí eu, criança, acabei comendo quase tudo. E fui repreendido por isso. Isso me marcou profundamente”, contou.

Questionado se passou a comer presunto quando melhorou de vida, Cesar surpreendeu: “Eu prefiro mortadela, porque é o que tinha na minha casa e me lembro de comer com carinho. Eu como mortadela sem trauma”.

No estacionamento da Record, Geraldo Luís fez o colega lembrar da mãe. Ele mostrou um pote com fichas telefônicas, na época em que o famoso orelhão era muito usado na cidade.

“Traz lembrança da minha mãe. Ela trabalhava e comprava um pacote de fichas. Todos os dias eu tinha que chegar na escola, ficava na ponta do pé porque o orelhão era alto, e ligar para ela”, lembrou.

“E a mesma coisa na volta, porque não tinha telefone em casa, era muito caro e a gente não tinha dinheiro. Aí eu tinha que ligar e falar que tinha chegado em casa e que estava tudo bem”, recordou. O apresentador morava com a mãe e os irmãos no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.

O contratado da Record explicou que hoje é mais difícil quando fala das recordações: “Hoje sofro muito mais em contar as histórias que vivi do que na época. Quando era criança eu não tinha a dimensão do que foi. Era tudo leve. Mas lembrar do esforço da minha mãe mexe comigo”.

Na mansão do famoso, localizada em Alphaville, Cesar lembrou a demora para a construção de todo o lugar: cinco anos, incluindo a escada, que foi refeita três vezes. Um dos vários luxos da casa está na porta, com a estátua de dois leões feitos a mão.

Graças às esculturas, Geraldo lembrou de uma história engraçada com Marcelo Rezende (1951-2017). “Um dia, passando aqui na frente, o Marcelo disse para descermo do carro e chutar as estátuas”, confessou, aos risos. “Vocês iam se dar mal. Cada uma pesa 1,5 tonelada”, rebateu Cesar.

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