Datena reage a processo de PM e explica que estava defendendo colega

Datena
Datena abriu o jogo sobre condenação na Justiça (Imagem: Reprodução/ Band)

José Luiz Datena decidiu abrir o jogo sobre a decisão da Justiça de São Paulo para que ele pague uma indenização de R$ 5 mil por danos morais a um policial militar. No Brasil Urgente, da Band, desta quarta-feira (21), o apresentador afirmou que estava apenas defendendo o colega.

“Eu não fui condenado a indenizar a Polícia Militar por ofensa coisa nenhuma. Eu disse que o cara não tem o equilíbrio necessário para usar uma farda da Polícia Militar. E eu continuo achando isso, e é por isso que nós vamos recorrer”, comentou o famoso.

O jornalista seguiu: “Como cabe recurso, eu tenho direito a recurso. Eu fui condenado porque, quando a gente foi fazer um acidente, e a gente colabora pra caramba com o Corpo de Bombeiros, veio um cidadão e empurrou o nosso cinegrafista ostensivamente”.

“Não sei por que o nosso cinegrafista e nem a Band não fizeram boletim de ocorrência sobre isso. Empurrou ostensivamente o nosso cinegrafista com o argumento de que ele não podia ficar naquele local, que era perigoso”, disse o comunicador, ao vivo.

A polêmica ocorreu em agosto do ano passado, quando a equipe doo jornalístico cobria um acidente no centro de São Paulo. Segundo o colunista Rogério Gentile, do UOL, o policial militar disse à Justiça que teve de falar energicamente com o cinegrafista da Band, que insistia em permanecer na chamada “zona quente”, próximo um veículo tombado, que corria o risco de explodir.

“Pô, se tem alguém que defende polícia aqui, sou eu. Mais do que eu, é difícil. Agora, quando o cara vem e empurra um cidadão que por acaso está no meu programa, por acaso é o meu companheiro de profissão e seria com qualquer outro, de qualquer outra emissora de televisão, eu me revolto“, desabafou.

Datena ainda disparou: “Acho que o nosso companheiro foi agredido, não foi feita a perícia para analisar isso, deveriam ter visto bem o vídeo. Ele foi empurrado, foi agredido. Ninguém pode exigir através de violência que se cumpra uma ordem. É só pedir para sair do lugar, pronto e acabou. Simples assim. Mais nada. Se tem alguém que ajuda o Corpo de Bombeiros aqui, sou eu. Pode ser que tenha alguém que ajude igual, mais não”.

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Luiz Fábio Almeida
Luiz Fábio Almeida é jornalista, produtor multimídia e um apaixonado pelo que acontece na televisão. É redator e colunista do RD1. Está nas redes sociais no @luizfabio_ca e também pode ser encontrado através do email [email protected]
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