Despedidas de chefão da Globo para jornalistas rendem piada

Ali Kamel
Diretor de jornalismo da Globo virou piada por conta de situação (Imagem: Divulgação / Globo)

Ali Kamel virou assunto nos corredores da Globo por uma atitude que chamou a atenção dos funcionários. Segundo informações de Lucas Pasin, do UOL, pegaram mal os e-mails que o diretor de jornalismo da emissora vem passando para os veteranos que foram demitidos recentemente.

De acordo com a publicação, com a série de saídas de profissionais da casa, como Carlos Tramontina, Chico Pinheiro, Fernando Rêgo Barros, Vico Iasi, Renato Machado, Francisco José, José Hamilton Ribeiro, Ari Peixoto e Eduardo Faustini, rumores dão conta de que não tenha sido Kamel que tenha escrito as cartas, mas sua secretária.

Nos textos, há uma frase em comum, adotada em todas despedidas: “Quando fulano veio me procurar, há XX anos”. Os primeiros e-mails apresentavam algo mais pessoal, mas, com a alta demanda, as mensagens passaram para algo mais genérico.

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Justiça cobra indenização da Unilever por causa do Plantão da Globo; entenda

A Justiça de São Paulo bateu o martelo e condenou a Unilever a pagar uma indenização por danos morais de R$ 40 mil ao músico João Nabuco. O compositor é o responsável pela vinheta Plantão da Globo.

Segundo informações do colunista Rogerio Gentile, do UOL, o processo veio depois que, em setembro de 2015, a empresa veiculou uma ação de marketing da maionese Hellmann´s durante o festival Rock in Rio e se utilizou de um trecho da música.

A composição, cabe lembrar, é utilizada quando a Globo divulga quando precisa interromper a programação para destacar notícias urgentes.

A ação de marketing para a marca Unilever foi idealizada pela agência CuboCC, que também foi condenada pela Justiça a pagar a indenização.

A Justiça considerou que a propagada deveria ter dado o devido crédito ao autor da canção, no caso João Nabuco. De acordo com a sentença, a música apresentada na peça publicitária era semelhante à composta pelo autor do processo, mas não era idêntica. Sendo uma paródia, pela lei dos direitos autorais, não existe a necessidade de autorização prévia.

O colunista também declarou que o compositor, que cobrava uma indenização de R$ 240 mil por danos morais e patrimoniais, não aceitou a decisão de primeira instância e recorreu.

“A vinheta ‘Plantão da Globo’, utilizada na propaganda, é de conhecimento geral do povo, virou referência para veiculação das mais importantes notícias“, afirmou a defesa do músico. “As empresas utilizaram-se dessa notoriedade para difundir a sua marca e angariar as vendas dos seus produtos, em detrimento dos direitos autorais do compositor. Sem a vinheta, a propaganda comercial fica completamente descaracterizada”, diz a decisão.

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Da Redação
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