Em nova gestão, Globo quer retomar minisséries marcantes

Da Redação

30/01/2022

Globo

Globo avalia nova produção para a dramaturgia (Imagem: Divulgação / Globo)

Com Silvio de Abreu no comando da dramaturgia da Globo, ficou cada vez mais difícil a aparição de minisséries na grade de programação de início de ano do canal, algo que se tornou um costume ao longo dos últimos anos. Com a nova administração, a tradição ganhou força.

Agora número um do departamento de novelas, séries e minisséries, José Luiz Villamarim recebeu em sua mesa a produção de uma trama, baseada na vida da cangaceira Maria Gomes de Oliveira (1911-1938), a Maria Bonita.

Segundo informações do jornalista Flávio Ricco, do R7, o projeto pensado por Jayme Monjardim entrou na lista de avaliações do diretor da Globo. A história da companheira de Virgulino Ferreira da Silva (1898-1938), poderá ser um dos primeiros sucessos da nova gestão.

Lembrando que a emissora obteve êxito na exibição de Passaporte Para Liberdade, minissérie exibida no final do ano passado.

Ao longo de toda exibição, a produção baseada no trabalho de Aracy de Carvalho, uma brasileira que salvou a vida de centenas de judeus na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial.

Globo investe pesado no horário nobre

Para 2022, a meta da Globo é abalar as estruturas com o remake de Pantanal. O canal carioca colocou em cima da produção uma missão complicada: a retomada dos grandes índices de audiência na faixa das 21h.

Recentemente, Alanis Guillen, a nova Juma Marruá, contou sobre o convite para a novela. “Quando disseram que haveria essa nova versão de Pantanal – novela que nunca tinha assistido – uma galera na internet começou a me marcar em publicações e muitas pessoas começaram a comentar”, disse.

“Pessoas amigas, da família, dizendo: ‘essa personagem tem que ser você!’. Eu queria saber quem era a personagem, que história era essa, fiquei muito curiosa. Depois de entender do que se tratava, quis fazer teste para essa produção”, relatou.

Bruno Luperi, autor da nova versão de Pantanal, rasgou elogios para a mocinha da história: “Olhei para ela e pensei: ‘é exatamente o que precisamos’. Bochecha, nariz, boca, olhar e talento. Ela tinha tudo”, comentou.

“A Juma está ali ao extremo, um eu rudimentar. No contraste com o eu urbano de Jove. Juma vai descobrir no primeiro contato com Jove o que é o amor. E ela vai se encantar por um homem que é feminino em sua essência. E, por isso, ele é a única pessoa que ela deixa chegar perto. É um encontro que vem para trazer aprendizado e transformar, com carinho, atenção e respeito”, salientou.

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