Romana Novais faz desabafo sobre amamentação do primeiro filho

Alok
Esposa de Alok faz desabafo sobre amamentação (Imagem: Reprodução / Instagram)

À espera do segundo filho com o DJ Alok, Romana Novais aproveitou a semana que destaca o aleitamento materno para contar sua experiência do período em que o primogênito Ravi foi amamentado. Através de um extenso relato nas redes sociais, a médica afirmou que os primeiros dias foram bem difíceis.

Logo que nasceu veio para meu colo, curtimos nossa golden hour num momento tão nosso, que eu não lembro de mais nada a não ser eu e ele ali conectados. Ele veio direto p/ meu peito me ensinar como seria o jeitinho dele. Ravi teve uma pega fácil, não demoramos muito a aprender juntos. Mas apesar de muito delicado p/ mamar eu senti muita dor afinal era um atrito que eu não estava acostumada“, começou.

Logo em seguida, Novais revelou que, na primeira semana, realizou laser no bico do peito para ajudar na cicatrização: “Nos primeiros dias lágrimas escorriam quando ele mamava, doía demais. Na primeira semana eu fiz laser no bico do peito e isso ajudou bastante na cicatrização. Não tive fissuras, mas por conta do atrito recente estava bem dolorido. Fiz compressa de chá de camomila também. Com uma semana já estávamos lidando bem com a amamentação. Ravi ganhava peso nos mostrando que tudo estava fluindo bem”.

Romana explicou que, após três meses de amamentação, as coisas começaram a mudar, pois ela percebeu que o pequeno chorava muito pela noite e que a sua produção de leite não acompanhava o ritmo e demanda dele.

Então durante o dia continuávamos nas mamadas, e a noite, apenas uma mamada eu substituía pela fórmula. Assim ficamos durante um bom tempo. Consegui respirar, vi ele bem, estava fluindo… e nesse meio tempo descobri que estava grávida. (Engravidei quando o Ravi tinha 3 meses)… Adoraria fazer parte da % das mães que conseguiram gestar e amamentar ao mesmo tempo. Mas infelizmente não consegui. Estava muito ansiosa, minha produção foi diminuindo cada vez mais e aos poucos fui substituindo mamadas por fórmula.”

Por fim, ela frisou que está muito feliz por todo esforço e experiência com o primeiro filho: “Agora, perto de fazer 7 meses o Ravi não mama mais no meu peito e eu já me sinto confortável de falar sobre esse assunto. Reconheço todo meu esforço e sei o tanto que sofri quando tudo parou de acontecer como eu sonhava. Eu amei amamentar! Pra mim, uma das conexões mais fortes que já tive com ele”.

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Logo que nasceu veio p/ meu colo, curtimos nossa golden hour num momento tão nosso, que eu não lembro de mais nada a não ser eu e ele ali conectados. Ele veio direto p/ meu peito me ensinar como seria o jeitinho dele. Ravi teve uma pega fácil, não demoramos muito a aprender juntos. Mas apesar de muito delicado p/ mamar eu senti muita dor afinal era um atrito que eu não estava acostumada. Nos primeiros dias lágrimas escorriam quando ele mamava, doía demais. Na primeira semana eu fiz laser no bico do peito e isso ajudou bastante na cicatrização. Não tive fissuras, mas por conta do atrito recente estava bem dolorido. Fiz compressa de chá de camomila também. Com uma semana já estávamos lidando bem com a amamentação. Ravi ganhava peso nos mostrando que tudo estava fluindo bem. Até os 3 meses mamou exclusivo e aí foi quando começamos a ter momentos difíceis. Ele chorava demais a noite e eu percebi que minha produção não estava acompanhando o ritmo e demanda dele. Ele chorava demais, e eu também. Durante o dia tudo fluía mas a noite se tornava um pesadelo. Insisti por um tempo e após perceber que ele não estava mais ganhando peso como o habitual decidimos entrar com complemento somente a noite pq não estava mais me sentindo confortável. Me doía demais ver ele chorando, e pensar que poderia ser fome então… me sentia egoista de insistir. Um mix de emoções que só quem já passou consegue me entender. Estava muito cansada de viver noites como aquelas. Então durante o dia continuávamos nas mamadas, e a noite, apenas uma mamada eu substituia pela fórmula. Assim ficamos durante um bom tempo. Consegui respirar, vi ele bem, estava fluindo… e nesse meio tempo descobri que estava grávida. (Engravidei quando o Ravi tinha 3 meses)… Adoraria fazer parte da % das mães que conseguiram gestar e amamentar ao mesmo tempo. Mas infelizmente não consegui. Estava muito ansiosa, minha produção foi diminuindo cada vez mais e aos poucos fui substituindo mamadas por fórmula. Ah! Por aqui consegui comprovar que o leite materno muda de gosto quando engravida. O meu estava muito diferente mesmo e o Ravi não se adaptou a essa mudança do meu corpo. (Continua nos comentários)

Uma publicação compartilhada por Romana Novais Achkar Petrillo (@romananovais) em

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Jornalista, especialista em Comunicação Organizacional, apaixonado por café, crônicas e um bom papo. Encantado pelo entretenimento e pela possibilidade de contar e conhecer várias histórias ao mesmo tempo.