Filha de Fernanda Young emociona ao falar sobre um ano da morte da mãe

Filha de Fernanda Young
Filha de Fernanda Young relembra a mãe após um ano da morte (Imagem: Reprodução / Instagram)

Um ano se passou após a morte da atriz Fernanda Young, mas a lembrança ainda permanece na memória dos amigos e familiares. A filha da artista, Cecília Madonna Young, usou as redes sociais na segunda-feira (24) para fazer uma linda homenagem à mãe.

No desabafo, a jovem de 20 anos falou sobre a falta que sente da atriz. “A morte é um conceito estranho. Muita pouca gente consegue entender o que realmente significa. Eu gostaria de dizer que eu sou uma delas. A verdade é que, mesmo observando ela de mais perto do que eu gostaria, a morte ainda é algo assustador. Tive um ano para me acostumar e ver ela como algo além de terrível, isso ainda não aconteceu. Não imagino que irá acontecer tão cedo“, começou ela.

Hoje a Maria Ribeiro me falou uma coisa importante: a gente não pode fugir da dor. Acho que a maior parte do tempo eu fico tentando criar uma ideia mais atraente do acontecido, fazer uma piada ou desviar o assunto. Amanhã faz um ano do falecimento da minha mãe e eu não tenho nada mais poético do que a dor para expressar aqui. Fico imaginando que as pessoas esperem que eu fale alguma coisa motivadora, mas dessa vez eu não consigo colocar nada no papel. Só sei que ainda sinto minha mãe perto de mim. Talvez uma boa consolidação disso é que sempre terei os sapatinhos absurdamente pequenos dela para me lembrar da sua mente absurdamente grande“, concluiu.

Cabe lembrar que Fernanda faleceu em agosto de 2019, aos 49 anos, após complicações em razão de uma crise de asma seguidas de uma parada cardíaca.

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A morte é um conceito estranho. Muita pouca gente consegue entender o que realmente significa. Eu gostaria de dizer que eu sou uma delas. A verdade é que, mesmo observando ela de mais perto do que eu gostaria, a morte ainda é algo assustador. Tive um ano para me acostumar e ver ela como algo além de terrível, isso ainda não aconteceu. Não imagino que irá acontecer tão cedo. Hoje a @mariaaribeiro me falou uma coisa importante: a gente não pode fugir da dor. Acho que a maior parte do tempo eu fico tentando criar uma ideia mais atraente do acontecido, fazer uma piada ou desviar o assunto. Amanhã faz um ano do falecimento da minha mãe e eu não tenho nada mais poético do que a dor para expressar aqui. Fico imaginando que as pessoas esperem que eu fale alguma coisa motivadora, mas dessa vez eu não consigo colocar nada no papel. Só sei que ainda sinto minha mãe perto de mim. Talvez uma boa consolidação disso é que sempre terei os sapatinhos absurdamente pequenos dela para me lembrar da sua mente absurdamente grande.

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Jornalista, especialista em Comunicação Organizacional, apaixonado por café, crônicas e um bom papo. Encantado pelo entretenimento e pela possibilidade de contar e conhecer várias histórias ao mesmo tempo.

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