Filho de Eike Batista fala sobre carreira de DJ e prisões do pai

Olin Batista
O DJ Olin Batista é filho de Eike Batista e Luma de Oliveira (Imagem: Divulgação)

Afastado das polêmicas que o pai está envolvido, Olin Batista, filho de Eike Batista e Luma de Oliveira resolveu seguir o caminho da música. DJ, o jovem lançou na última sexta-feira (16) a música “Falling”.

Em conversa com o Blog do Leo Dias, do portal “UOL”, Olin falou sobre as prisões do pai e sobre seu trabalho como DJ.

Quando questionado a respeito de como reage quando Eike se envolve em um escândalo, ele desenvolveu: “É importante checar todos os resultados que ele fez para o país. Basta mencionar alguns: O Porto do Açu, a primeira usina solar comercial brasileira, usina termelétrica, dando emprego a mais de 20 mil pessoas somente em 2011, investindo bilhões para a economia brasileira“.

Esses projetos levantaram e vão aumentar significativamente o PIB brasileiro. Fora os projetos sociais que ele apoiou, apoio à polícia para combater o crime e muitas outras coisas importantes. Ele sempre nos ensinou a respeitar e confiar no Brasil e fazer o que podemos fazer sozinhos para ajudar a abraçar o país“, continuou.

Ele tinha dinheiro suficiente para viver e proporcionar uma grande vida para ele e sua família antes mesmo do Thor ou eu nascermos. Alguém acha que ele fez seus projetos porque ele era muito megalomaníaco ou coisa do tipo? Não, eu não vejo assim e estou dizendo agora para todo mundo, o que ele sempre disse para mim e para o Thor, que ele quer o conhecimento e os recursos para abraçar o país e a comunidade“, prosseguiu Olin.

É por isso que me sinto chocado quando leio artigos, matérias e comentários ruins sobre ele na imprensa ou em redes sociais“, afirmou.

Sobre a prisão recente do pai, ele contou como foi e como se sentiu: “8 de agosto. 6:00 AM. Acordei com alguém batendo na minha porta. Era um bando de policiais e eles disseram que apreenderiam meus bens de valor, inclusive meus relógios, laptop, meu computador de estúdio e até meu celular, sem falar que naquele dia até minha conta bancária tinha sido congelada“.

Acordei e não entendi o que estava acontecendo, pensei que era apenas um sonho muito ruim, mas alguns minutos depois eu percebi que era a vida real. Fiquei muito bravo, claro, e o pior, meu pai foi preso novamente. Senti que aquele era o fim do mundo, aquilo novamente acontecendo com a minha família e eu não podia fazer nada“, relatou.

Ainda estava tentando entender o por que era necessário prender meu pai e apreender meus bens de valor, incluindo a minha ferramenta de trabalho (o computador do meu estúdio) e meu celular. Se são cerca de R$ 1,6 bilhão, por que foi necessário apreender alguns milhares de ativos? Foi um sinal ou apenas para mostrar o poder que ‘podemos fazer essas coisas com vocês’. Eu não entendo e me sinto injustiçado“, completou.

Falando da carreira de DJ de Olin, ele contou alguns detalhes sobre “Falling”, sua música de  trabalho atual. “Queria criar algo autêntico, mas também algo bom pra balada, bem “club-banger”, como chamamos na cena eletrônica. Procurei instrumentos clássicos e encontrei o som da flauta, se encaixou bem. Tentei várias ideias diferentes até chegar ao design final do som e da melodia“.

Enviei a produção para o meu empresário, Viktor Franko, e ele adorou, e me escreveu: ‘Isto é grande!”. A partir deste momento eu sabia que não era somente eu que achava a música especial. Enviamos a música para a gravadora CYB3RPVNK [Cyberpunk] do DJ mundialmente conhecido R3HAB e eles amaram a faixa“, revelou.

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