Fiuk desabafa e relata bullying que sofria na infância

Fiuk
Fiuk contou que começou a fazer auto questionamentos (Imagem: Reprodução / Instagram)

Celebrando o Dia Nacional de Combate ao Bullying na quinta-feira (07), Fiuk abriu o coração em conversa com a Quem e revelou o que passou quando era mais novo.

Eu tinha muita dificuldade na escola. Sempre sofria muito bullying porque, como tinha bronquite asmática de fundo emocional, tinha uma época que eu levava tubo de oxigênio para a escola. Os moleques me davam tapa na cabeça e era falta de ar na hora“, recordou.

“Minha mãe foi muito parceira, se não fosse por ela… Eu chorava sozinho. Fui crescendo e quis saber o que era isso que eu tenho, fui ficando inquieto. Será que eu realmente sei menos, será que minha cabeça é limitada?“, disse o artista sobre seus questionamentos.

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Desde pequenininho, os moleques acabavam comigo na escola. Desde fila de cantina ou cadeira, eu sempre tinha que me isolar, sentar no canto da sala, jogavam papel“, lamentou.

Além de Fiuk, Babu Santana também desabafa

No papo, o ator também revelou o que enfrentou: “Já sofri bullying. Eu era grande, mas não o maior, então me chamavam de babuíno. Era um dos poucos negros da escola e sofria, ficava revoltado”.

“Me meti em muita briga… Até que um amigo me disse que, enquanto eu me importasse, continuariam pegando no meu pé. Ele passou a me chamar de Babu e o nome ficou”, completou.

Wagner Santisteban relata caso de bullying

Apesar de ser famoso na época da adolescência, isso não fez com que o artista fosse poupado das “zoações”, inclusive, a situação foi bem oposta a isso.

“Quando fiz o seriado do Sandy e Junior, tive que engordar, fazer o cara nerd e zoado. Eu era o bullying em pessoa e sofria isso nas ruas. Eu estava na minha adolescência. Era um momento em que eu estava me colocando como ser humano no mundo, então sofri bastante”, lamentou.

“Teve um Carnaval que passei de máscara porque as pessoas me zoavam. Eu sofria bullying por trabalhar na TV. Eu era o ‘garoto de programa’ porque fazia programa de TV. Falavam que eu era gay porque me maquiava na TV… Enfim, a gente era ou gay ou drogado. Sofri para cacete“, revelou Wagner, que contou ainda:

“Eu ainda não sofri tanto como atrizes mais antigas que eram chamadas de prostitutas. Mas apesar da crescente geração conservadora, acho que evoluímos. É uma questão de aceitar a felicidade do outro. Se você aceita a felicidade do outro, vai ser feliz. Quase todos os meus amigos que faziam bullying comigo hoje trabalham com cinema. É muito doido”.

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