Alcides Nogueira
Alcides Nogueira no lançamento de “Tempo de Amar”, em setembro de 2017; autor volta às novelas em 2020 (Imagem: Divulgação / Globo)

A Globo alterou a fila do horário das 18h, adiantando “Éramos Seis” – que substitui “Órfãos da Terra”, a sucessora de “Espelho da Vida”, no segundo semestre – e protelando “Nos Tempos do Imperador”, agora prevista para os primeiros meses do ano que vem. A mudança acabou impactando o autor Alcides Nogueira, que, segundo informações da jornalista Patrícia Kogut, está rabiscando uma nova trama, após ter entregado um primeiro projeto à emissora.

É que o enredo proposto por Alcides, inicialmente, era ambientado no século XIX, mesma época de “Nos Tempos do Imperador” – folhetim de Alessandro Marson e Thereza Falcão, centrado na figura de Pedro II (Emilio Dantas). Para evitar conflitos, já que uma novela virá na sequência da outra, a Globo pediu outro texto a Nogueira.

Na emissora desde 1982 – com um breve hiato em 1984, quando desenvolveu “Joana”, série exibida na Manchete e no SBT –, Alcides Nogueira respondeu por trabalhos de diferentes estilos, como as rurais “Livre Para Voar” (1984) e “O Salvador da Pátria” (1989), colaborando com Walther Negrão e Lauro César Muniz, respectivamente; as comédias “Deus Nos Acuda” (1992) e “As Filhas da Mãe” (2011), com Silvio de Abreu; e as urbanas “O Astro” (2011) e “I Love Paraisópolis” (2015).

A última novela de Alcides foi “Tempo de Amar”, exibida de setembro de 2017 a março de 2018. O folhetim, de época, emplacou 22,6 pontos – o sétimo melhor índice, dentre as dezessete tramas exibidas às 18h nesta década.

Susana Vieira perde personagem em série, mas ganha vilã em “Éramos Seis”

Longe da TV desde o término de “Os Dias Eram Assim”, em setembro de 2017 – e lutando, há três anos, contra uma leucemia linfoide crônica –, Susana Vieira volta ao ar no segundo semestre, como uma vilã, em “Éramos Seis”, às 18h.

A atriz foi convidada por telefone pelo diretor de dramaturgia da Globo, Silvio de Abreu, após deixar o elenco de “Eu, Minha Avó e a Boi”, série de Miguel Falabella para o Globoplay.

Susana trocou de produção por conta do elevado número de externas – cenas gravadas “ao ar livre”, em locações ou cidades cenográficas – de “Eu, Minha Avó e a Boi”. Como ela segue zelando pela saúde, optou-se por uma trabalho “menos” penoso. “Éramos Seis” será praticamente toda gravada em estúdio e na cidade cenográfica construída na Globo; estão previstas tomadas em Santos e São Paulo, das quais Susana, possivelmente, não participará.

A novela de Ângela Chaves parte da adaptação de Rubens Ewald Filho e Silvio de Abreu para a obra de Maria José Dupré. O texto marcou a estreia de ambos como novelistas, em 1977, na Tupi; o SBT regravou o roteiro em 1994. As duas versões não traziam a figura clássica de vilã, “prometida” a Susana Vieira; apenas as esnobes tia Emília (Nydia Lícia / Nathalia Timberg), agora entregue a Irene Ravache, e Karime (Lucy Meirelles / Angelina Muniz).

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