GloboNews bate recorde de Moro e crava ótima audiência com manifestações

Natuza Nery
GloboNews garante altíssima audiência com repercussão das manifestações da última terça-feira, 7 (Imagem: Reprodução / GloboNews)

A GloboNews bateu o recorde de audiência registrado em 24 de abril de 2020, data da saía de Sergio Moro do Ministério da Justiça do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A média do canal foi batida graças ao seu trabalho na cobertura das manifestações da última terça-feira (7).

Segundo dados do PNT (Painel Nacional de Televisão), o canal de notícias da Globo alcançou o triplo (227%) da audiência da CNN Brasil, que fez um trabalho semelhante na cobertura dos atos antidemocráticos, mas muito menos incisivo que o canal concorrente.

A GloboNews foi líder de audiência em São Paulo e no Rio de Janeiro, as duas regiões de maior número de assinantes do país. No Conexão GloboNews, quase meio milhão de assinantes acompanharam o canal. Foi a maior audiência do horário desde janeiro de 2014.

Vale ressaltar que os números foram condizentes com o bom momento vivido pela GloboNews, que na primeira quinzena de agosto abriu ampla vantagem em cima da CNN Brasil.

Na média 24 horas do PNT (Painel Nacional de Televisão), a GloboNews foi líder com 0,40 ponto de média. Entre as faixas, o canal de notícias ficou em primeiro lugar de manhã e de tarde. À noite, o topo do ranking ficou na mão do Viva.

A CPI da Pandemia foi fundamental para o resultado. Entre os dias 16 e 19 de agosto, a maior audiência da TV foi o Estúdio i, apresentado por Maria Beltrão. Pela manhã, o Conexão GloboNews, novidade na grade, deu um gás a mais na briga pela ponta da tabela.

A jornalista, aliás, se destacou no programa depois de um puxão de orelha ao vivo no deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, que  destacou o trabalho do Palácio do Planalto na compra de vacinas.

“Ô, deputado! Essa questão de dizer que havia um problema legislativo… Se o presidente tivesse realmente a intenção de comprar Pfizer lá atrás, eu me lembro que hoje o diretor da América do Sul, aquela época diretor da Pfizer no Brasil, falou em entrevista para nós: ‘Olha, a gente já tem tudo’. ‘Mas tem problema na temperatura, só que temos como resolver’. Lá atrás, tô falando de julho do ano passado”, detonou.

Paulo Carvalho
Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email [email protected].
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