Jéssica Ellen abre o jogo sobre personagem em filme e comenta ligação com a Rocinha

Jéssica Ellen
Jéssica Ellen falou sobre o filme Cabeça de Nego (Imagem: Divulgação / Globo)

Após viver a professora Camila em Amor de Mãe, Jéssica Ellen dará vida novamente a uma mulher com a mesma profissão no filme Cabeça de Nego, de Deo Cardoso.

Em conversa com a coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo, a atriz falou sobre o longa: “Fiz o filme antes de ser chamada para a novela e para Três verões (longa da cineasta Sandra Kogut). Na época, eu estava recém-iniciada no Candomblé. Foi uma delícia. Fui para Fortaleza, conheci a cidade, comi em restaurantes maravilhosos”.

“E a história é sobre manifestações de estudantes de uma escola. Um dos alunos é ligado a ações na internet e promove iniciativas. Os colegas acham uma baderna, dizem que é uma grande palhaçada, que isso atrapalha o andamento da rotina”, contou a famosa.

E a minha personagem, professora Elaine, é da História, assim como minha personagem na novela. Eu faço participação. O protagonista é Lucas Limeira. Fizemos cenas de invasão, sequências em que policiais chegam à escola e agridem as pessoas. Elaine foi uma maneira de estudar e me preparar para construir a Camila da novela de Manuela Dias”, recordou.

Do outro lado, quando foi aluna, a artista passou por situações parecidas. “Eu era a ‘CDF’, participativa. Na minha vida escolar eu quase sempre fui representante de turma. Tinha que participar de reunião com professores, coordenadores. Estive em algumas ações, participei do grêmio. Eu sentia que era uma espécie de ponte entre meus colegas e a direção. E eu apreciava esse contato com a coordenação. No Ensino Médio, tinha uma coisa legal que eram as semanas do esporte, da poesia. E representantes de cada turma assumiam uma função”, lembrou.

Na conversa com a publicação, Jéssica Ellen, que morou na Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro, falou sobre a ligação que tem com o local. “Vou lá toda semana. Minha avó mora, minha irmã, minhas primas… Muita gente da minha família mora lá. Tenho uma relação forte com o lugar de onde vim, embora muita gente que eu conheço diga que não costuma me ver nos eventos que, antes da pandemia, aconteciam lá”, pontuou.

“Já me falaram, por exemplo: ‘Ah! Nunca te vi no Baile da Favorita’. Mas nunca fui muito de ficar na rua. Minha mãe nunca me deixou brincar fora de casa ou da casa de parentes. Quando vou lá, não me veem porque estou na casa da minha avó”, explicou.

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