Juju Salimeni desabafa sobre época que trabalhava no Pânico: “Tratada como lixo”

Juju Salimeni
Juju Salimeni desabafa sobre época que trabalhava no Pânico: “Tratada como lixo” (Imagem: Reprodução / YouTube)

Juju Salimeni, ao que tudo indica, não sente saudades da época em que trabalhava como assistente de palco do extinto programa Pânico.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, do Metrópoles, a modelo relembrou o período e desabafou sofre a forma como era tratada.

“Não era feliz, mas não posso reclamar. Foi um treinamento de guerra. Não cuspo no prato em que comi, mas não era saudável mentalmente”, refletiu.

“Tinha que pular de um penhasco e estar plena. Comecei a fazer tudo no automático. Estava apática, só queria ficar sozinha e as pessoas achavam que eu era antipática”, declarou em seguida.

De acordo com a musa fitness, as Panicats eram todas tratadas com inferioridade pelo elenco do dominical: “[Era tratada como] Lixo. Mulher era um pedaço de carne. Mas meu sustento vinha dali”.

“A gente ganhava R$ 200 por gravação. Se tivesse uma só no mês ou duas, era isso. Mas tínhamos vários eventos, presenças VIP… não parávamos. Foi um ótimo início”, disparou.

“A gente era bem desvalorizada. Era um programa de homens, total machista. Não cabe nos dias de hoje. É absurdo para os dias atuais. Eles não souberam se adequar. Existia humor depreciativo e uma forma de zoar as mulheres”, avaliou.

Durante o bate-papo, a famosa falou ainda sobre a forma como era sexualizada no Pânico. “Não tenho problema nenhum que me olhem e me achem gostosa e estar ali [exposta] de fio-dental”, afirmou.

“Até hoje eu trabalho com isso, malho para isso e quero mais é mostrar. Se as meninas estavam ali de biquíni, não existia uma valorização como ‘ah, elas são lindas, ícones’. Não tinha isso”, lamentou.

Na mesma entrevista, a apresentadora, que recentemente engatou um romance com o fisiculturista Diogo Basaglia, abriu o coração sobre a vida amorosa e contou o motivo pelo qual só se relaciona com saradões:

“Barrigudinho, por exemplo, não rola! Eu não tenho nenhum preconceito, de jeito nenhum, eu sou até tranquila para falar sobre isso… Tem o tipo que gosto, gosto de homem forte, musculoso, é o meu gosto. Eu admiro isso (o homem sarado)”.

“Claro que depois a gente vai conhecer a pessoa, ver se a pessoa vai ‘bater’ com você. E tem fortão que não dá, né? (Risos). Preciso conectar com a pessoa, bater o santo, sabe? Sou chata demais! Para homem? Nossa! Quando gosto, gosto de bater o olho e falar: ‘É esse’. Sou assim”, afirmou.

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