Letícia Colin
Letícia Colin defendeu Bruna Linzmeyer (Imagem: Divulgação / Globo)

Letícia Colin usou o Instagram para elogiar e sair em defesa de Bruna Linzmeyer, que causou ao aparecer com as axilas peludas.

Colin comemorou a atitude da atriz de “O Sétimo Guardião”. “Sempre aprendo com essa mana maravilhosa e inspiradora. Viva Bruna Linzmeyer!”, escreveu.

Mais cedo, Bruna deu o que falar ao ostentar os pelos e explicar o porquê de mantê-los. “Comecei a fazer depilação com cera muito novinha. Sempre doeu muito, mas sempre achei que aquilo era o certo e o belo a ser feito. Nos últimos anos, entendendo a construção dessa visão me esforcei pra ver os pelos de outros jeitos possíveis, comecei não julgando as mulheres que tinham pelos, entendendo que cada uma faz o que tem vontade com seu próprio corpo. Depois, aos poucos, comecei a achar libertadora essa vontade e atitude delas e me perguntar o que eu realmente queria no meu corpo, nunca antes eu tinha me feito essa pergunta por algumas vezes, respondi a mim mesma que preferia raspar estava feliz com minha escolha, mas mais ainda, estava feliz em poder escolher raspar porque, durante todos aqueles anos eu não escolhia, eu só raspava, achava que era obrigatório mulher arrancar os pelos”, começou.

“Comecei então a achar mais que libertador, a achar bonito, outras mulheres com pelos comecei a olhar para os homens e achar estranha essa diferença só por uma questão de serem homens x mulheres e continuei me perguntando, feliz com meu poder de me perguntar: o que eu quero? O que eu gosto? Um dia essa resposta foi diferente fiquei com vontade de experimentar ter eles ver eles em mim tocar neles enquanto passo creme no corpo“, completou.

A atriz, então, prosseguiu: “Não ter mais que lidar com aquela dor insuportável, nem com o preço da depilação, nem com o tempo gasto nisso, nem com aqueles chatíssimos pelos encravados e de um jeito que eu não esperava comecei a achar muito bonito pelos em mim também aprendi que liberdade e amor é respeitar a escolha das outras pessoas, quando essas escolhas não violentam ninguém e poder acessar meu coração e responder sem amarras: o que eu quero? O que eu gosto? De que jeito me sinto bem? #livresim“.

Os seguidores, claro, não deixaram de comentar a publicação. “Eu também não tiro os pelo de baixo, tenho preguiça”, revelou uma. “É libertador viver sem se importar com os julgamentos da sociedade sobre questões individuais que não afetam a ninguém”, disse outra.

“Se isso tá assim, também tá em baixo”, disparou um terceiro. “Respeito a força de vocês, e admiro, mas acho nojento”, reprovou mais uma. “OK, cada uma com seu corpo, mas é estranho. Não apenas nas mulheres, mas no geral, pelos são nojentos, são vias de suor, fedem. Você é uma atriz, deveria parar com isso”, alfinetou uma quinta.

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Sempre aprendo com essa mana maravilhosa e inspiradora. ✨? Viva Bruna! #repost @brunalinzmeyer comecei a fazer depilação com cera muito novinha. sempre doeu muito. mas sempre achei que aquilo era o certo e o belo a ser feito. nos últimos anos, entendendo a construção dessa visão me esforcei pra ver os pêlos de outros jeitos possíveis. comecei não julgando as mulheres que tinham pêlos, entendendo que cada uma faz o que tem vontade com seu próprio corpo. depois, aos poucos, comecei a achar libertadora essa vontade e atitude delas. e me perguntar o que eu realmente queria no meu corpo, nunca antes eu tinha me feito essa pergunta. por algumas vezes, respondi a mim mesma que preferia raspar. estava feliz com minha escolha. mas mais ainda, estava feliz em poder escolher raspar. porque, durante todos aqueles anos eu não escolhia, eu só raspava, achava que era obrigatório mulher arrancar os pêlos. comecei então a achar mais que libertador, a achar bonito, outras mulheres com pêlos. comecei a olhar para os homens e achar estranha essa diferença só por uma questão de serem homens x mulheres. e continuei me perguntando, feliz com meu poder de me perguntar: o que eu quero? o que eu gosto? um dia essa resposta foi diferente. fiquei com vontade de experimentar ter eles. ver eles em mim. tocar neles enquanto passo creme no corpo. não ter mais que lidar com aquela dor insuportável, nem com o preço da depilação, nem com o tempo gasto nisso, nem com aqueles chatíssimos pelos encravados. e de um jeito que eu não esperava comecei a achar muito bonito pêlos em mim também. aprendi que liberdade e amor é respeitar a escolha das outras pessoas, quando essas escolhas não violentam ninguém. e poder acessar meu coração e responder sem amarras: o que eu quero? o que eu gosto? de que jeito me sinto bem? ♡ #livresim

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comecei a fazer depilação com cera muito novinha. sempre doeu muito. mas sempre achei que aquilo era o certo e o belo a ser feito. nos últimos anos, entendendo a construção dessa visão me esforcei pra ver os pêlos de outros jeitos possíveis. comecei não julgando as mulheres que tinham pêlos, entendendo que cada uma faz o que tem vontade com seu próprio corpo. depois, aos poucos, comecei a achar libertadora essa vontade e atitude delas. e me perguntar o que eu realmente queria no meu corpo, nunca antes eu tinha me feito essa pergunta. por algumas vezes, respondi a mim mesma que preferia raspar. estava feliz com minha escolha. mas mais ainda, estava feliz em poder escolher raspar. porque, durante todos aqueles anos eu não escolhia, eu só raspava, achava que era obrigatório mulher arrancar os pêlos. comecei então a achar mais que libertador, a achar bonito, outras mulheres com pêlos. comecei a olhar para os homens e achar estranha essa diferença só por uma questão de serem homens x mulheres. e continuei me perguntando, feliz com meu poder de me perguntar: o que eu quero? o que eu gosto? um dia essa resposta foi diferente. fiquei com vontade de experimentar ter eles. ver eles em mim. tocar neles enquanto passo creme no corpo. não ter mais que lidar com aquela dor insuportável, nem com o preço da depilação, nem com o tempo gasto nisso, nem com aqueles chatíssimos pelos encravados. e de um jeito que eu não esperava comecei a achar muito bonito pêlos em mim também. aprendi que liberdade e amor é respeitar a escolha das outras pessoas, quando essas escolhas não violentam ninguém. e poder acessar meu coração e responder sem amarras: o que eu quero? o que eu gosto? de que jeito me sinto bem? ♡ #livresim

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Bruna Linzmeyer peita governo Bolsonaro e diz ser “sapatão”

Bruna Linzmeyer resolveu reafirmar, mais uma vez, a sua “saída do armário” em tempos de governo Jair Bolsonaro. A atriz global, feminista assumida, não pensou duas vezes ao postar uma foto em que aparece com as axilas peludas.

Diante das polêmicas declarações da equipe do novo Governo Federal em relação ao combate à ideologia de gênero, Linzmeyer aproveitou para rasgar o verbo em sua luta contra a homofobia.

“Hoje, acho estranho uma mulher não ter pelos. E mais: acho sexy quando uma mulher tem e acho sexy em mim”, disse a estrela à revista Maria Claire. Linzmeyer, de 26 anos, namora a artista plástica Priscilla Visman.

No ar em “O Sétimo Guardião” como Lourdes Maria, Bruna Linzmeyer é tranquila em relação à sexualidade. “Digo em voz alta que sou sapatão, sim. E tem mais: ninguém vai me ofender me chamando pelo que sou”, afirmou.

 

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