Malhação
Paulo Silvestrini e Cao Hamburger, autor e diretor de “Malhação – Viva a Diferença”, contemplada com Emmy (Imagem: Divulgação / Globo)

A Globo conquistou mais um Emmy com “Malhação – Viva a Diferença” (2017). A temporada, escrita por Cao Hamburger, com direção artística de Paulo Silvestrini, arrebatou o inédito Emmy Internacional Kids, que premiou os melhores de 2018. A produção faturou a categoria “melhor série”, conforme anunciado nesta terça-feira (9) pela Academia Internacional de Artes e Ciências da Televisão, em cerimônia realizada durante o MipTV.

“Viva a Diferença” disputou com séries da Alemanha, da Austrália e do Canadá. Em comunicado oficial, a Globo enalteceu a vitória do folhetim estrelado pelas “Five”: Benê (Daphne Bozaski), Ellen (Heslaine Vieira), Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti) e Tina (Ana Hikari). Unidas deste um encontro no metrô – que culminou com o nascimento da filha de Keyla –, as meninas vivenciaram conflitos que envolviam anorexia, desigualdade social, drogas, homossexualidade e racismo.

O autor Cao Hamburger celebrou a estatueta: “O reconhecimento internacional a esse trabalho é importante para celebrarmos a diversidade da sociedade e da cultura brasileira, nosso maior bem. […] É também o reconhecimento ao trabalho de alto nível de todo o elenco e equipe técnica e artística“.

Paulo Silvestrini também comemorou o prêmio: “É muito legal ver o reconhecimento de um trabalho feito com tanta seriedade e amor por uma equipe incrível e um elenco maravilhoso. O Cao é um grande parceiro e amigo. Sinto muito orgulho do que fomos capazes de realizar“.

Esta foi a quarta indicação de “Malhação”, concorrente nas categorias digital e série, com “Malhação – Sonhos” (2014), de Paulo Halm e Rosane Svartman, e na categoria digital, com “Malhação – Seu Lugar no Mundo” (2015), de Emanuel Jacobina. Este ano, o “The Voice Kids” também foi concorreu, na categoria reality.

Com “Malhação – Viva a Diferença”, a Globo acumula 17 prêmios Emmy: o de Personalidade Mundial da Televisão para Roberto Marinho, em 1976 e 1983, e para Roberto Irineu Marinho, em 2014; o de musical para “A Arca de Noé” (1981) e “Morte e Vida Severina” (1982); o de novela para “Caminho das Índias” (2009), “Laços de Sangue” (coprodução com a SIC, 2011), “O Astro” (2012), “Lado a Lado” (2013), “Joia Rara” (2014), “Império” (2015) e “Verdades Secretas” (2016); o de comédia para “A Mulher Invisível” (2012) e “Doce de Mãe” (2015); o de atriz para Fernanda Montenegro, com “Doce de Mãe”, em 2013; e o de jornalismo para o “Jornal Nacional” (2011).

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