Mariana Becker faz revelação sobre sentimento envolvendo novo trabalho na Band

Mariana Becker
Repórter da F1, Mariana Becker falou sobre o seu novo momento profissional (Imagem: Divulgação / Band)

Mariana Becker está respirando ares novos desde o começo do ano. Em pouco menos de dois meses, a jornalista, inclusive, já garantiu que se sente em casa na Band. A repórter ainda declarou que se reconheceu “mais solta” e que está motivada com o espaço maior da emissora paulista.

“Tem sido super realizador estar na Band. Tenho me sentido em casa, fui muito bem acolhida e sinto um prazer imenso… Eu saio do paddock, da Fórmula 1, com uma sensação enorme de dever bem cumprido e bem reconhecido. Foi uma grande mudança para mim”, comentou a profissional ao UOL Esporte.

Mariana seguiu: “Passei 25 anos na Globo, me formei como repórter e jornalista lá, com mestres que até hoje eu admiro muito e são pessoas que me ajudaram a me formar”.

“Eu me sinto mais solta e seria bobagem minha negar isso, porque dá para ver no vídeo. São estruturas completamente diferentes, com propósitos completamente diferentes. A Band está investindo nesse caminho, onde eu posso ficar mais solta, e tem dado muito certo. A impressão que eu tenho é que eu consigo me comunicar melhor com as pessoas”, confessou a repórter.

A jornalista agora, além das entrevistas com os pilotos, mostra os bastidores no paddock, entra na pista e ainda compartilha a preparação de mecânicos e competidores para cada corrida.

“Eu consigo mostrar o que a gente está vivendo para trazer a informação para as pessoas, que não é uma coisa que vem numa cartilha. Antes, o bastidor ficava muito escondido e você só recebia o presente pronto. Hoje, a pessoa pode ver o presente sendo feito: a pesquisa, a compra, o embrulho. Tem todo esse processo até que a pessoa recebe a informação que ela quer. Acho que as pessoas se sentem mais envolvidas”, afirmou Mariana Becker.

Ela disse que está realizada na Band e comemorou o fato da emissora ter “acolhido” a F1, quando a modalidade estava correndo risco de ficar de fora da TV aberta.

“Teve um total alívio. O momento de incertezas sobre a transmissão foi uma fase muito estranha, porque eu já comecei a pensar em outras coisas, no que eu estava a fim de fazer se não fosse F-1… Comecei a pensar em um projeto de programa de viagens, viajar pelo mundo e contar histórias. Comecei a desenhar isso, mas já sabendo que eu iria sentir muita falta da F-1”, refletiu.

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