Silvio Santos
Gilberto Dimenstein contou história sobre Silvio Santos (Imagem: Reprodução / YouTube)

O “Pânico”, da Jovem Pan, levou o jornalista Gilberto Dimenstein, um dos criadores do site Catraca Livre, para debater sobre a polêmica que envolveu o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, com a proibição de uma revista em quadrinhos na Bienal do Livro que continha um beijo gay.

Em determinado momento, Dimenstein comentou sobre o governo de Jair Bolsonaro, que esteve ao lado de Silvio Santos e Edir Macedo no desfile do dia 7 de setembro. Os participantes da atração questionaram entre Silvio e Edir, quem seria o mais eleito em uma possível eleição.

“Eu tenho uma história do Silvio Santos que ninguém conhece”, começou Dimenstein, sob protestos de Daniel Zukermann. “Eu conheço essa história. Não conte essa história. A gente sabe dessa história”, disse o participante do programa de rádio.

“O Silvio Santos vai na mesma sinagoga que a minha. Ele só vai à sinagoga um dia por ano no chamado Yom Kipur, que é o Dia do Perdão. Ele foi de manhã cedo, aí um judeu falou que se o Silvio Santos viesse à tarde, ele doaria US$ 100 mil para a sinagoga. O Silvio Santos voltou à tarde“, disse o jornalista no Pânico.

Veja:

Com jornalista anti-Lava Jato, “Roda Viva” cresce na web

O “Roda Viva”, da TV Cultura, entrou setembro em alta na “audiência digital”. O programa veiculado na segunda-feira passada (29), com Glenn Greenwald – um dos fundadores do The Intercept Brasil, site responsável pelo vazamento de mensagens que supostamente comprometem a Operação Lava-Jato – chegou ao 1º lugar nos Trending Topics do Twitter e nos vídeos do YouTube.

O êxito no site de compartilhamento de vídeos pode ser traduzido em números: na transmissão ao vivo do “Roda Viva” pelo YouTube, houve um crescimento de 227,42% de visualizações totais, quando comparado ao episódio anterior – 26 de agosto, com Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente. O pico de espectadores teve um acréscimo de 222,94%.

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