O Clone escancara o racismo do cotidiano

O Clone
Murilo Benício e Giovanna Antonelli, como Lucas e Jade, em O Clone; novela está sendo reprisada no Canal Viva (Imagem: Divulgação / Globo)

A novela O Clone (2001), um dos atuais cartazes do Canal Viva, com exibição às 13h30 e 23h, tem um fator muito interessante.

A trama estrelada por Murilo Benício e Giovanna Antonelli escancara o racismo inerente a toda sociedade. Quem disser que não tem não está sendo coerente.

Na novela de Glória Perez uma personagem negra teve um filho branco. E em todos os lugares em que ela vai é confundida com babá da criança. Vamos combinar que isso acontece em qualquer lugar do mundo onde tiver classe média.

A classe média tem o princípio do preconceito em todos os sentidos, e o racismo é um preconceito que existe através dos tempos.

Se existem virtudes na classe média também existem coisas não tão boas. E a novela O Clone teve o poder de mostrar as coisas boas e as ruins.


Tiago Mind é um famoso e icônico crítico e profissional de TV. Mantém sua identidade oculta para preservar fontes.

*Suas opiniões não refletem, necessariamente, a posição do RD1.

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