Pelé foi internado na última terça-feira (29) no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, com inchaço em todo corpo e problemas respiratórios, o que mais para frente se confirmou como uma infecção respiratória.
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Agora, surgiu uma informação que até então foi reservada apenas para os familiares. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o organismo do rei do futebol deixou de responder à quimioterapia que começou a fazer em setembro de 2022.
Na época, foi retirado um câncer de intestino. No início deste ano, os médicos alertaram para metástase no intestino, pulmão e fígado. A internação recente veio com uma nova iniciativa por parte do hospital: cuidados paliativos exclusivos.
Hospital para tratamento de quimioterapia de Pelé
Em outras palavras, a quimioterapia foi suspensa e a equipe médica deu o pontapé para medidas de conforto para o craque, para alívio da dor no corpo e a faltar de ar, sem a necessidade de terapias ou medicações incisivas.
Para o cuidado da infecção, Pelé conseguiu uma boa resposta com antibióticos. Em comunicado assinado pelos médicos Fabio Nasri, geriatra e endocrinologistas, o oncologista Rene Gansl e Miguel Cendoroglo Neto, diretor do hospital, o paciente permaneceu estável nas últimas horas.
Sem alta, o hospital viu como correta a necessidade de mais tempo do craque na instituição para a continuidade dos cuidados paliativos. Nos últimos dias, Pelé usou as redes para comentários e fotos emblemáticas do Brasil em Copas.
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Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter e é especialista em Audiências da TV e TV aberta. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email [email protected].